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Clínica de Fertilização Carapicuíba, São Paulo

Encontre clínicas de fertilização em Carapicuíba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Delboni Auriemo
(11) 3049-6999
Juruá 434
Barueri, São Paulo
Terry Rocha de Medeiros
5052-1087
Avenida República do Líbano 2123
São Paulo, São Paulo
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo
Delboni Auriemo
Av. Jurua 434
Barueri, São Paulo
Carlos Frederico Vergueiro
(11) 2333-9156
Av Abrahao Gonçalves Braga 412
São Paulo, São Paulo
Ivan Fernandes da Silva
(11) 3283-5233
Paulista 509 - Cj. 1107
São Paulo, São Paulo
Endrigo Emanuel Giordani
(11) 8635-3195
Dr. Altino Arantes 870
São Paulo, São Paulo
Wu Chi Haur
(11) 3209-0112
Praça Santo Agostinho 70 - Conjunto 11
São Paulo, São Paulo
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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