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Clínica de Fertilização Castanhal, Pará

Encontre clínicas de fertilização em Castanhal. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Manoel de Almeida Moreira
(91) 223-0692
Rua Antonio Barreto 380
Belem, Pará
Anatomo Patologistas Associados S/A
R Ferreira Cantao 454 - S/2
Belem, Pará
Priscilla Leite Dias
(91) 3222-6145
R Ferreira Cantao 454 - Sala 01
Belem, Pará
Fernando Antonio Martins
(91) 3236-4186
Av. Duque de Caxias 1540
Belem, Pará
Sociedade de Anestesiologiado Estado do Pará
(91) 3249-8329
r Pariquis, 3001 s 1202
Belém, Pará
Diana Ecila Tavares Acatauassu Teixeira
913-2424
Tv Quatorze de Marco 1299
Belem, Pará
Maria de Fatima Mesquita Jorge Joao
Trav.Ove de Janeiro 2110 - Sala 1601Ed. Wall Street
Belem, Pará
Mario Fernando Ribeiro de Miranda
(91) 241-1048
Av Alm Wandenkolk 1243 - Sala 704
Belem, Pará
FISIOESP
93 35223282
Av. Mendonça Furtado, clínica vitale,1589, sala 12
Santarém, Pará
Unica estetica e Fisioterapia especializada
91 32246951
Rua dos Mundurucus 3100 sl 1502
belém, Pará
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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