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Clínica de Fertilização Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais

Encontre clínicas de fertilização em Conselheiro Lafaiete. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Gustavo Decina Vieira
(31) 3232-0550
Joaquim Gouveia 560
Belo Horizonte, Minas Gerais
Cirlam de Almeida Biscotto
323-2152
Av Rio Branco 2986 - Terreo
Juiz de Fora, Minas Gerais
Terezinha de Oliveira Ribeiro
(32) 3332-1165
Barbacena, Minas Gerais
Jorge Eustaquio Heredia
(32) 3215-1016
Av Rio Branco 2370 - 1204
Juiz de Fora, Minas Gerais
Rodrigo Assis de Paula
3236-1100
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Denise Delon dos Santos
(32) 3216-3028
Av Rio Branco 2288 - 703
Juiz de Fora, Minas Gerais
Analises Pesquisas Laboratoriais Ltda
(32) 3215-0565
Av. Rio Branco 2337 - 503 e 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Gabriel Prata Resende
(34) 3318-9832
R. Governador Valadares 122
Uberaba, Minas Gerais
Marcelo Salomao Bechara
323-2159
Rua Santo Antonio 1500 - 801
Juiz de Fora, Minas Gerais
Monica Maria Demas Alvares Cabral
3248-9750
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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