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Clínica de Fertilização Itapevi, São Paulo

Encontre clínicas de fertilização em Itapevi. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Delboni Auriemo
(11) 3049-6999
Juruá 434
Barueri, São Paulo
Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Mauro Fisberg
(11) 5575-3875
Rua Borges Lagoa 1080 - 603
São Paulo, São Paulo
Rita Kaarkoski
36751211
Rua Cardoso de Almeida 1991
São Paulo, São Paulo
Delboni Auriemo
Av. Jurua 434
Barueri, São Paulo
Claudio Pericles
+55 11 26453092
Av. Eng. Luiz Carlos Berrini 1297/ 61
São Paulo, São Paulo
Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Hiran Rodrigues de Souza Junior
(11) 3348-4000
Av. Lins de Vasconcelos 356
São Paulo, São Paulo
Maykyol Avaroma Melgar
(11) 2029-7222
Rua Terenas 161
São Paulo, São Paulo
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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