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Clínica de Fertilização Ituiutaba, Minas Gerais

Encontre clínicas de fertilização em Ituiutaba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
Av Professor Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marco Antonio Basbaum
(31) 3286-3825
Av. Raja Gabaglia 4961 - Salas 108 a 112
Belo Horizonte, Minas Gerais
Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Bartira Ventura Barnabé
(31) 3467-2497
Rua Coronel Otávio Diniz 439 - a
Belo Horizonte, Minas Gerais
Mario Paulo Cassiano e Paes
(34) 3214-6242
Eng. Diniz 238
Uberlandia, Minas Gerais
Maria Angelica Costa Simoes Abdalla
(32) 3217-6498
Rua Constantino Paleta 134
Juiz de Fora, Minas Gerais
Angela Maria Goncalves Felga
323-2123
Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Raul Fernando Binato Lamim
(32) 3214-2567
Av Rio Branco 2370 - 608
Juiz de Fora, Minas Gerais
Marcelo Monteiro de Aquino Filho
(32) 3217-4355
Rua Halfeld 651 - 1303
Juiz de Fora, Minas Gerais
Aloisio Ladeira
(32) 3212-5375
Av Independencia 1605 - 401
Juiz de Fora, Minas Gerais
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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