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Clínica de Fertilização Jequié, Bahia

Encontre clínicas de fertilização em Jequié. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joao Roberto Souza Araujo
(73) 3525-6131
Jequie, Bahia
Rogerio Luis P de Paula
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Dorileide Loula N de Paula
(71) 3350-6184
Citopatologia Ginecologia e Obstetrícia
Salvador, Bahia
Augusto Manoel de C Farias
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Idalina M. Santana
(71) 2107-1288
Rua Junqueira Ayres - Shopping Piedade 4º Piso
Salvador, Bahia
Maria Alice Bezerra de Andrade
(71) 3357-8739
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Maria Virginia Cardoso
(71) 3351-9861
Av. Acm ED. LOUIS PASTEUR SL 108 - Complexo Odonto Médico Itaigara
Salvador, Bahia
Adilson Barbosa da Silva
(71) 3521-1623
R Doutor Eduardo Dotto 12 - Clínica Nossa
Salvador, Bahia
Octavio Henrique Coelho Messeder
(71) 3203-3412
Av Princesa Isabel 914 - Sala 101
Salvador, Bahia
Zeilda Alves Bomfin
(71) 3359-0417
Av Acm 846 - Ed Max Center S/119
Salvador, Bahia
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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