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Clínica de Fertilização Muriaé, Minas Gerais

Encontre clínicas de fertilização em Muriaé. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
Av. Cristiano F. Varella 555
Muriaé, Minas Gerais
Antonio Fernandes de Oliveira
323-2125
Rua Delfim Moreira 71 - Sobrado
Juiz de Fora, Minas Gerais
Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Aloisio Ladeira
(32) 3212-5375
Av Independencia 1605 - 401
Juiz de Fora, Minas Gerais
Marinho Paulo Moreira Bastos
323-6915
Av Rio Branco 2406 - 4 Andar
Juiz de Fora, Minas Gerais
Agostinho Pinto Gouvea
3213-4754
R dos Otoni 705 - Sala 505
Belo Horizonte, Minas Gerais
José Luiz
(31) 9801-2884
Rua Marechal Rondon 306
Betim, Minas Gerais
Alexandre Antonio Barroso Vieira
(37) 3222-9999
Av. Getúlio Vargas 715
Divinopolis, Minas Gerais
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Stanrley D El Rio Euzebio e Bessa
(31) 3267-4006
Rua Osvaldo Cruz 422
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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