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Clínica de Fertilização Petrópolis, Rio de Janeiro

Encontre clínicas de fertilização em Petrópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
Rua Mal. Deodoro 46
Petropolis, Rio de Janeiro
Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Antonio Monteiro de Miranda
242-3147
Av. Nelson Cardoso 1149 - 712
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Frederico Azevedo
(21) 2545-9005
Siqueira Campos 93 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fausto Jose Santos Soares
Rua Miguel de Frias 88 - 1204
Niteroi, Rio de Janeiro
Eduardo de Mendonca e Silva
2254-5194
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Miriam Botelho de Mattos
226-5164
R. do Catete 311 - 302
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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