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Clínica de Fertilização Salvador, Bahia

Encontre clínicas de fertilização em Salvador. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Antonio Eduardo
(71) 3203-0400
Cirurgia Geral Coloproctologia
Salvador, Bahia
Beatriz Leao Cruz
(75) 3262-1522
Conceicao Do Coite, Bahia
Wellington Santos Vigas
(71) 3362-9542
R Hélio Machado 22 - S/D
Salvador, Bahia
Luiz C de Oliveira Silva
713-3126
R Plínio de Lima 1 - Centro Médico Sagrada Família
Salvador, Bahia
Jurandir Lopes Carneiro
(75) 3262-3412
Conceicao Do Coite, Bahia
Rosalvo Abreu
(71) 3243-8233
Praça Almeida Couto 500 - Hospital Santa Izabel
Salvador, Bahia
Agostinho Renato Gobira Alves
(71) 3117-1620
Pç Conselheiro João Alfredo 00 - S/N
Salvador, Bahia
Miriam Nunes da Silva
713-3518
Av Juracy Magalhães Junior 2490 - S/04 Térreo Centro Médico Salvador
Salvador, Bahia
Eduardo Jose Benicio Gonzalez
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Maria do Carmo Santos Godinho
713-2375
R João das Botas 14 - S/202 C M João Botas
Salvador, Bahia
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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