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Clínica de Fertilização Sobral, Ceará

Encontre clínicas de fertilização em Sobral. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ana Maria Medeiros L Melo
3261-9317
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Antonio Jarbas M Angelim
3226-1616
R Vinte e Quatro de Maio 876
Fortaleza, Ceará
Maria Albertina T de C Linhares
3254-3721
Av Tristao Goncalves 733
Fortaleza, Ceará
Maria Helena Magalhaes Albuquerque
(85) 3227-0322
Rua Professor Francisco Gonçalves 47
Fortaleza, Ceará
Glauceneide de Barros Figueiredo
3226-1896
R Barao do Rio Branco 1736
Fortaleza, Ceará
Francisco Jose Nunes Candido
3261-7557
R Coronel Linhares 950
Fortaleza, Ceará
Gentil Claudino de Galiza Neto
3224-9129
R Silva Paulet 907
Fortaleza, Ceará
Mirtene Faco Jesuino
3227-8017
Av Pontes Vieira 1455
Fortaleza, Ceará
Marilia Pereira Nogueira
3246-6477
R Coronel Alves Teixeira 1355
Fortaleza, Ceará
Alvaro Braga C de Oliveira
3246-1032
Av Barao de Studart 2173
Fortaleza, Ceará
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Fornecido por: 

Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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