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Clínica de Fertilização Uberlândia, Minas Gerais

Encontre clínicas de fertilização em Uberlândia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Mario Paulo Cassiano e Paes
(34) 3214-6242
Eng. Diniz 238
Uberlandia, Minas Gerais
Nieta Cervilha
(34) 3236-8407
R. Ituiutaba 770 - 201
Uberlandia, Minas Gerais
Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Clinica Ortopedica Santa Clara Ltda
(34) 3236-1512
r Santos Dumont, 229, Centro
Uberlandia, Minas Gerais
Bartira Ventura Barnabé
(31) 3467-2497
Rua Coronel Otávio Diniz 439 - a
Belo Horizonte, Minas Gerais
Rodolfo de Oliveira Lima Ferrari
(34) 9999-8505
Rua 29 de Outubro 701 - Ap 404 Bl C
Uberlandia, Minas Gerais
Eliana Chaves Salomao
(34) 3236-9490
R. Tenente Virmondes 55
Uberlandia, Minas Gerais
Clinica Medica Lemos Ltda
(34) 3235-7058
r Santos Dumont, 260, Centro
Uberlandia, Minas Gerais
Marta de Oliveira Rezende
(32) 3215-5194
Rua Vicente Berghelli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
Av Professor Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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