Clínica de Fisioterapia Macaé, Rio de Janeiro
(22) 2772-7442
Macae, Rio de Janeiro
33258428
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
(21) 610-7147
Niteroi, Rio de Janeiro
(243) 348-8888
Volta Redonda, Rio de Janeiro
(21) 2256-3618
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
257-6111
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
(21) 3316-2900
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
(21) 2527-5500
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
(21) 2234-1003
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
(21) 9358-3561
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Clínica de Fisioterapia
Em pesquisa desenvolvida na Faculdade de Educação Física (FEF), o desempenho de crianças com Síndrome de Down em testes de coordenação e habilidades motoras não foi tão abaixo da média como se esperava. Segundo a educadora física Sonia Maria Lifante, autora da pesquisa, os resultados foram satisfatórios e indicaram que o estímulo da família, escola e sociedade são determinantes no desenvolvimento dessas crianças. “Teve criança de cinco anos que apresentou, no mesmo teste, condições melhores do que outra de 12 anos. Neste sentido, o ponto forte da pesquisa foi concluir que as funções motoras não deixam tanto a desejar em relação à média das crianças em geral”, destaca Sonia.
A ideia de aplicar dois testes distintos – de habilidades e de coordenação motora – foi implantada com o objetivo de se obter resultados mais eficientes. Em geral, os testes são aplicados em separado e, por isso, tendem a ser incompletos. Sonia explica que a coordenação motora está ligada à estrutura física da criança, enquanto as habilidades relacionam-se à freqüência da prática dos movimentos.
“As duas funções são fundamentais para o Down, uma vez que o retardo mental pode também afetar o desenvolvimento motor, pois o andar, por exemplo, pode ocorrer com dois ou três anos de idade”, esclarece. Neste sentido, estimular a criança desde muito cedo com fisioterapia ou atividades como dança, artesanato, ginástica e outros seria o recomendável, na opinião da educadora física, para que o atraso diminua sensivelmente.
Sonia foi...
