Clínica de Fisioterapia Pediátrica Manaus, Amazonas

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Patricia de Holanda Vital
(92) 3659-3266
Av Djalma Batista 1661 - Sl 701 Medical Tower Edificio Millenium
Manaus, Amazonas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Neivaldo Jose Nazare dos Santos
(92) 3635-2862
Rua Acre 12 - 7º Andar sala 719
Manaus, Amazonas
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
MEDINUTRI - Consultório médico e nutricional
(92) 3238-5700
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Manaus, Amazonas
Especialidade
Endocrinologia

CLINICA DE DIAGNÓSTICOS LABORATORIAL DR DAMIAO ARAUJO
092 33621830 - 91138999 - 91743380
RUA PARAUÁ No 107 - Br 319 kM 118 - CENTRO
CAREIRO CASTANHO, Amazonas
Especialidade
ANÁLISES CLINICAS, CITOLOGOA CLINICA, BIOQUIMICA, TOXICOLOGIA

FISIOCENTER - CLÍNICA DE FISIOTERAPIA
(92) 3622-5839
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Manaus, Amazonas
Especialidade
FISIOTERAPIA

Neivaldo Jose Nazare dos Santos
(92) 3635-2862
Rua Acre 12 - 7º Andar sala 719
Manaus, Amazonas
Especialidade
Medicina Estetica

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Patricia de Holanda Vital
(92) 3659-3266
Av Djalma Batista 1661 - Sl 701 Medical Tower Edificio Millenium
Manaus, Amazonas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
CLINICA ANDRE LUIZ
(92) 3584-2020
RUA RIO IÇA, 21 VIEIRALVES
Manaus, Amazonas
Especialidade
CIRURGIA PLASTICA

Neurológica- Istituto de Neurodiagnoistico do Amazonas
(92) 3642-4955
Rua 7 243, P-10 , Manaus-Amazonas
Manaus, Amazonas
Especialidade
Neurologia e Neurofisiologia

Thera Kids - Reabilitação Infantil
(92) 3087-8555
Rua Rio Iça, 192- Veirialves
Manaus, Amazonas
Especialidade
Fisioterapia, Fonoaudiologia e Psicologia

Dados Divulgados por

Clínica de Fisioterapia Pediátrica

Fornecido por: 

A fisioterapeuta Renata Martins Campos realizou uma pesquisa com 47 crianças, de cinco a dez anos de idade, atendidas no Ambulatório de Urologia-pediátrica do Hospital de Clínicas da Unicamp, com o objetivo de tratar a enurese polissintomática - ou incontinência urinária, como é mais conhecida - com exercícios fisioterápicos. O trabalho foi orientado pelo urologista Carlos D'Ancona e os resultados constam da dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Em setembro, o trabalho será apresentado em workshop sobre o assunto em São Francisco, nos Estados Unidos.

A enurese polissintomática é apenas uma das disfunções miccionais em crianças, mas traz muita preocupação para os pais e incômodo para os pacientes. Ela atinge, em média, de 5% a 10% da população nesta faixa etária e é caracterizada por perdas involuntárias de urina durante o dia e a noite. Quando o problema não é tratado a tempo e de maneira adequada, existe a perspectiva de a disfunção avançar para a fase da adolescência. "Este quadro leva o indivíduo a passar por várias situações de constrangimentos, entre as quais a cama molhada ao acordar e o odor muito forte liberado pela perda urinária", destaca Renata.

Os dilemas são muitos, pois vários pais não sabem como lidar com a situação. Alguns recorrem às questões psicológicas e outros até tentam a correção com punições. "O problema acaba ficando ainda maior e afeta a família como um todo. A ajuda médica é, muitas vezes, o último recurso", observa.

O uso de medicamentos tem sido até agora a única alternativa para a correção da disfunção. A questão, no entanto, é que o tratamento nem sempre é eficaz e, dependendo do caso, a ingestão das drogas pode durar vários meses. Neste sentido, o estudo realizado por Renata Campos encontra sua importância, pois os exercícios do assoalho pélvico e acessórios associados às mudanças comportamentais apresentaram resultados significativamente superiores.

Na pesquisa, Renata dividiu as 47 crianças em dois grupos, sendo que em um deles foi tratado com medicação, a oxibutinina, indicada para estes casos, associando-a à terapia comportamental, que propõe uma mudança ou reeducação dos hábitos de ingestão de líquidos e miccionais para melhorar o funcionamento da bexiga. O outro grupo foi tratado com a terapia comportamental e um protocolo de cinco exercícios para reforço dos músculos do assoalho pélvico e músculos acessórios, como abdominais, adultores e glúteos. Foram três meses de acompanhamento semanais ou mensais de acordo com o grupo, e as crianças eram orientadas a repetirem em casa, duas vezes na semana.

O primeiro grupo, tratado com medicação, apresentou no primeiro mês 12 noites secas, no segundo, 13, e no terceiro, 16. Enquanto o segundo grupo alcançou o resultado de 15 noites secas no primeiro mês, 21 no segundo mês e, no terceiro, 24, mostrando desta forma uma melhor eficácia co...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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