Clínica de Fisioterapia Pediátrica Santo André, São Paulo

Encontre clínica de fisioterapia pediátrica em Santo André. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joao Miguel Amorim Junior
(18) 3722-4960
R Mato Grosso 1100
Andradina, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Toebaldo Carvalho
(11) 4221-1791
Rua Nilo Peçanha 46
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Nilson Hermida Maestre
(16) 3632-5633
R. João Penteado 376
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Matheus Stucchi Salles
(16) 342-1693
R Fagundes Varela 314 - Vila Seixas
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Angelica T. S. Ramos
(98) 231-2924
Rua Sao Pantaleao 169
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Raphael Capelli Guerra
(11) 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Alberto Soares da Costa
(11) 4229-6557
Rua Conceição 769
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Sydney Ferreira de Moraes Rego Cia SC
(16) 3610-3040
Rua Americo Brasiliense 284 - 3 Andar
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Romulo Augusto Moreira Lima
(98) 3232-6504
Rua 1282 - Casa
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Terry Rocha de Medeiros
5052-1087
Avenida República do Líbano 2123
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Fisioterapia Pediátrica

Fornecido por: 

A fisioterapeuta Renata Martins Campos realizou uma pesquisa com 47 crianças, de cinco a dez anos de idade, atendidas no Ambulatório de Urologia-pediátrica do Hospital de Clínicas da Unicamp, com o objetivo de tratar a enurese polissintomática - ou incontinência urinária, como é mais conhecida - com exercícios fisioterápicos. O trabalho foi orientado pelo urologista Carlos D'Ancona e os resultados constam da dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Em setembro, o trabalho será apresentado em workshop sobre o assunto em São Francisco, nos Estados Unidos.

A enurese polissintomática é apenas uma das disfunções miccionais em crianças, mas traz muita preocupação para os pais e incômodo para os pacientes. Ela atinge, em média, de 5% a 10% da população nesta faixa etária e é caracterizada por perdas involuntárias de urina durante o dia e a noite. Quando o problema não é tratado a tempo e de maneira adequada, existe a perspectiva de a disfunção avançar para a fase da adolescência. "Este quadro leva o indivíduo a passar por várias situações de constrangimentos, entre as quais a cama molhada ao acordar e o odor muito forte liberado pela perda urinária", destaca Renata.

Os dilemas são muitos, pois vários pais não sabem como lidar com a situação. Alguns recorrem às questões psicológicas e outros até tentam a correção com punições. "O problema acaba ficando ainda maior e afeta a família como um todo. A ajuda médica é, muitas vezes, o último recurso", observa.

O uso de medicamentos tem sido até agora a única alternativa para a correção da disfunção. A questão, no entanto, é que o tratamento nem sempre é eficaz e, dependendo do caso, a ingestão das drogas pode durar vários meses. Neste sentido, o estudo realizado por Renata Campos encontra sua importância, pois os exercícios do assoalho pélvico e acessórios associados às mudanças comportamentais apresentaram resultados significativamente superiores.

Na pesquisa, Renata dividiu as 47 crianças em dois grupos, sendo que em um deles foi tratado com medicação, a oxibutinina, indicada para estes casos, associando-a à terapia comportamental, que propõe uma mudança ou reeducação dos hábitos de ingestão de líquidos e miccionais para melhorar o funcionamento da bexiga. O outro grupo foi tratado com a terapia comportamental e um protocolo de cinco exercícios para reforço dos músculos do assoalho pélvico e músculos acessórios, como abdominais, adultores e glúteos. Foram três meses de acompanhamento semanais ou mensais de acordo com o grupo, e as crianças eram orientadas a repetirem em casa, duas vezes na semana.

O primeiro grupo, tratado com medicação, apresentou no primeiro mês 12 noites secas, no segundo, 13, e no terceiro, 16. Enquanto o segundo grupo alcançou o resultado de 15 noites secas no primeiro mês, 21 no segundo mês e, no terceiro, 24, mostrando desta forma uma melhor eficácia co...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net