Clínica de Fisioterapia Pediátrica Sete Lagoas, Minas Gerais

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Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
Av. Cristiano F. Varella 555
Muriaé, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Euclides Franco Ribeiro
3224-8503
R Aquiles Lobo 129
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marcos Jose Burle de Aguiar
3281-8298
Av do Contorno 4747 - Sala 1101
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
José Luiz
(31) 9801-2884
Rua Marechal Rondon 306
Betim, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Venerando Fernando Scoralick
(32) 3215-6369
Av Rio Branco 2679 - 210
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Hugo Junqueira Silviano Brandao
322-2878
Av Pasteur 88 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Denise Delon dos Santos
(32) 3216-3028
Av Rio Branco 2288 - 703
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Flavius Marinho Vieira
(31) 3223-2763
Av. Francisco Sales 1614 - 1002
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

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Clínica de Fisioterapia Pediátrica

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A fisioterapeuta Renata Martins Campos realizou uma pesquisa com 47 crianças, de cinco a dez anos de idade, atendidas no Ambulatório de Urologia-pediátrica do Hospital de Clínicas da Unicamp, com o objetivo de tratar a enurese polissintomática - ou incontinência urinária, como é mais conhecida - com exercícios fisioterápicos. O trabalho foi orientado pelo urologista Carlos D'Ancona e os resultados constam da dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Em setembro, o trabalho será apresentado em workshop sobre o assunto em São Francisco, nos Estados Unidos.

A enurese polissintomática é apenas uma das disfunções miccionais em crianças, mas traz muita preocupação para os pais e incômodo para os pacientes. Ela atinge, em média, de 5% a 10% da população nesta faixa etária e é caracterizada por perdas involuntárias de urina durante o dia e a noite. Quando o problema não é tratado a tempo e de maneira adequada, existe a perspectiva de a disfunção avançar para a fase da adolescência. "Este quadro leva o indivíduo a passar por várias situações de constrangimentos, entre as quais a cama molhada ao acordar e o odor muito forte liberado pela perda urinária", destaca Renata.

Os dilemas são muitos, pois vários pais não sabem como lidar com a situação. Alguns recorrem às questões psicológicas e outros até tentam a correção com punições. "O problema acaba ficando ainda maior e afeta a família como um todo. A ajuda médica é, muitas vezes, o último recurso", observa.

O uso de medicamentos tem sido até agora a única alternativa para a correção da disfunção. A questão, no entanto, é que o tratamento nem sempre é eficaz e, dependendo do caso, a ingestão das drogas pode durar vários meses. Neste sentido, o estudo realizado por Renata Campos encontra sua importância, pois os exercícios do assoalho pélvico e acessórios associados às mudanças comportamentais apresentaram resultados significativamente superiores.

Na pesquisa, Renata dividiu as 47 crianças em dois grupos, sendo que em um deles foi tratado com medicação, a oxibutinina, indicada para estes casos, associando-a à terapia comportamental, que propõe uma mudança ou reeducação dos hábitos de ingestão de líquidos e miccionais para melhorar o funcionamento da bexiga. O outro grupo foi tratado com a terapia comportamental e um protocolo de cinco exercícios para reforço dos músculos do assoalho pélvico e músculos acessórios, como abdominais, adultores e glúteos. Foram três meses de acompanhamento semanais ou mensais de acordo com o grupo, e as crianças eram orientadas a repetirem em casa, duas vezes na semana.

O primeiro grupo, tratado com medicação, apresentou no primeiro mês 12 noites secas, no segundo, 13, e no terceiro, 16. Enquanto o segundo grupo alcançou o resultado de 15 noites secas no primeiro mês, 21 no segundo mês e, no terceiro, 24, mostrando desta forma uma melhor eficácia co...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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