Clínica de Fisioterapia Pediátrica Toledo, Paraná

Encontre clínica de fisioterapia pediátrica em Toledo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Alair Alfredo Berbert
(43) 3334-0606
Rua Amador Bueno 268
Londrina, Paraná
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Marco Cesar Palumbo Maggi
(44) 3622-4200
Rua Min. Oliveira Salazar 4253
Umuarama, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Champagnat Clin. e Lab.
(41) 3335-5252
Rua Des. Isaias Bevilaqua 512
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Carlos Augusto Villegas Chirinos
(41) 3335-1216
Rua Jacarezinho 394 (Ao lado da Torre da Oi)
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
(41) 3259-6620
Av. Iguacu 1236
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Renato da Silva Freitas
(41) 3335-7474
R. Solimões 1154 Merces
Curitiba, Paraná
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Regional Hospital de Caridade N. Sra. Aparecida
(42) 3524-3388
Br 476 - Km 03
Uniao Da Vitoria, Paraná
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Affonso Coelho
(41) 3222-4896
Av Marechal Floriano Peixoto 228 - Cj 604
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Fisioterapia Pediátrica

Fornecido por: 

A fisioterapeuta Renata Martins Campos realizou uma pesquisa com 47 crianças, de cinco a dez anos de idade, atendidas no Ambulatório de Urologia-pediátrica do Hospital de Clínicas da Unicamp, com o objetivo de tratar a enurese polissintomática - ou incontinência urinária, como é mais conhecida - com exercícios fisioterápicos. O trabalho foi orientado pelo urologista Carlos D'Ancona e os resultados constam da dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Em setembro, o trabalho será apresentado em workshop sobre o assunto em São Francisco, nos Estados Unidos.

A enurese polissintomática é apenas uma das disfunções miccionais em crianças, mas traz muita preocupação para os pais e incômodo para os pacientes. Ela atinge, em média, de 5% a 10% da população nesta faixa etária e é caracterizada por perdas involuntárias de urina durante o dia e a noite. Quando o problema não é tratado a tempo e de maneira adequada, existe a perspectiva de a disfunção avançar para a fase da adolescência. "Este quadro leva o indivíduo a passar por várias situações de constrangimentos, entre as quais a cama molhada ao acordar e o odor muito forte liberado pela perda urinária", destaca Renata.

Os dilemas são muitos, pois vários pais não sabem como lidar com a situação. Alguns recorrem às questões psicológicas e outros até tentam a correção com punições. "O problema acaba ficando ainda maior e afeta a família como um todo. A ajuda médica é, muitas vezes, o último recurso", observa.

O uso de medicamentos tem sido até agora a única alternativa para a correção da disfunção. A questão, no entanto, é que o tratamento nem sempre é eficaz e, dependendo do caso, a ingestão das drogas pode durar vários meses. Neste sentido, o estudo realizado por Renata Campos encontra sua importância, pois os exercícios do assoalho pélvico e acessórios associados às mudanças comportamentais apresentaram resultados significativamente superiores.

Na pesquisa, Renata dividiu as 47 crianças em dois grupos, sendo que em um deles foi tratado com medicação, a oxibutinina, indicada para estes casos, associando-a à terapia comportamental, que propõe uma mudança ou reeducação dos hábitos de ingestão de líquidos e miccionais para melhorar o funcionamento da bexiga. O outro grupo foi tratado com a terapia comportamental e um protocolo de cinco exercícios para reforço dos músculos do assoalho pélvico e músculos acessórios, como abdominais, adultores e glúteos. Foram três meses de acompanhamento semanais ou mensais de acordo com o grupo, e as crianças eram orientadas a repetirem em casa, duas vezes na semana.

O primeiro grupo, tratado com medicação, apresentou no primeiro mês 12 noites secas, no segundo, 13, e no terceiro, 16. Enquanto o segundo grupo alcançou o resultado de 15 noites secas no primeiro mês, 21 no segundo mês e, no terceiro, 24, mostrando desta forma uma melhor eficácia co...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net