Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica de Geriatria Assis, São Paulo

Encontre em Assis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Roberto Vaz Piesco
(14) 3815-3030
Rua Reverendo Francisco Lotufo 96
Botucatu, São Paulo
Reynaldo Augusto Machado
R Martiniano de Carvalho 883
São Paulo, São Paulo
Vera Lucia Leite Bonfitto
Rua Tiradentes 848 - Ed. Tecnal
Piracicaba, São Paulo
Berenice Cunha Wilke
(19) 3289-8082
Rua Maria Tereza Dias da Silva 400
Campinas, São Paulo
Regina Aparecida Tortorella Pinto
(14) 3815-3020
Pça Isabel Arruda 157 - Sala 91Nono Andar
Botucatu, São Paulo
Roberval de Campos
(19) 3755-8800
Benjamin Cosntant 1717
Campinas, São Paulo
Delboni Auriemo
Av. Jurua 434
Barueri, São Paulo
Antonio Carlos Ribeiro
R Goias 158
Sorocaba, São Paulo
Nilson Hermida Maestre
(16) 3632-5633
R. João Penteado 376
Ribeirao Preto, São Paulo
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica de Geriatria

Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.

Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.

Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.

"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.

"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.

"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.

Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento