Clínica de Geriatria Boa Vista, Roraima

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Recanto Idosos Nossa Senhora Rosario
(193) 442-1946
r A J Sthalberg, 450
Limeira, São Paulo
 
Clínica Repouso João Paulo II Ltda
(813) 268-6645
r Ricardo Hardman, 86, Graças
Recife, Pernambuco
 
Casa de Repouso Lar Doce Lar
(116) 174-5317
r Ignácio Alves de Mattos, 518, Itaquera
São Paulo, São Paulo
 
Reviver Residencial da Terceira Idade
(212) 625-0005
r Alice Galvão, 30, Fonseca, Niterói
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
 
José Batista de Melo
(113) 761-5114
r Francisco Soave, 292, Rio Pequeno
São Paulo, São Paulo
 
Marcelina C Silva
(212) 796-1018
r C Amazonas, 475
Mesquita, Rio de Janeiro
 
Lar de Amparo Bom Jesus
(163) 372-2542
av João Estela, 441, Romeu Tortoreli
São Carlos, São Paulo
 
Clínica de Medicina Estética DR Daniel Marchi
(44) 223-0154
av Brasil, 3772, sl 11, Vila Operária
Maringá, Paraná
 
Clínica Geriátrica Mello Almada
(113) 031-8088
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São Paulo, São Paulo
 
Grupo Fraternidade Irmaos Altino
(123) 122-4388
al Cabral, 381
Guaratinguetá, São Paulo
 

Clínica de Geriatria

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Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.

Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.

Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.

"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.

"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.

"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.

Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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