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Clínica de Geriatria Botucatu, São Paulo

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Fernando Pimazoni
(14) 3882-2467
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Botucatu, São Paulo
Roberto Vaz Piesco
(14) 3815-3030
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Botucatu, São Paulo
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
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São Paulo, São Paulo
Paulo Grisotto Sansigolo
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Tatui, São Paulo
Orlando Fermozelli Rodrigues Junior
(11) 3231-2802
Rua da Penha 1123
Sorocaba, São Paulo
Regina Aparecida Tortorella Pinto
(14) 3815-3020
Pça Isabel Arruda 157 - Sala 91Nono Andar
Botucatu, São Paulo
Gilberto Rodrigues dos Santos Filhos
Rua Tres 187
Rio Claro, São Paulo
Frederico Grizzi de Campos
(15) 3211-1714
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Sorocaba, São Paulo
Melles e Sticca
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Mococa, São Paulo
Norberto Pompermayer
(14) 3269-7900
Edy Euripedes Coneglian 38
Lençóis Paulista, São Paulo
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Clínica de Geriatria

Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.

Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.

Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.

"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.

"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.

"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.

Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...

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