Clínica de Geriatria Coronel Fabriciano, Minas Gerais
Encontre em Coronel Fabriciano. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Jose Carlos Lassi Caldeira
(31) 3241-6826
(31) 3241-6826
Av dos Andradas 2287 - 2º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Belo Horizonte, Minas Gerais
Antonio Fernandes de Oliveira
323-2125
323-2125
Rua Delfim Moreira 71 - Sobrado
Juiz de Fora, Minas Gerais
Juiz de Fora, Minas Gerais
Emilio Augusto Campos Pereira de Assis
(32) 3215-8006
(32) 3215-8006
Vicente Begheli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Juiz de Fora, Minas Gerais
Jose Carlos de Almeida Basques
2104-0100
2104-0100
Av do Contorno 9797
Belo Horizonte, Minas Gerais
Belo Horizonte, Minas Gerais
Luiz Antônio Avelar
(32) 3216-8080
(32) 3216-8080
Av. Rio Branco 2679 - 106
Juiz de Fora, Minas Gerais
Juiz de Fora, Minas Gerais
Rosangela de Fatima Soares
(37) 3222-0660
(37) 3222-0660
Av Antonio o. de Morais 545 - 1001
Divinopolis, Minas Gerais
Divinopolis, Minas Gerais
Dimen Poços de Caldas
(35) 3714-3721
(35) 3714-3721
Av. Joao Pinheiro 6180
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Clínica de Geriatria
Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
