Clínica de Geriatria Juazeiro, Bahia
Encontre em Juazeiro. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Isaac Bezerra de Menezes Neto
(71) 3311-7733
(71) 3311-7733
Av. Prof. Magalhães Neto 1752 - Salas 605 a 611
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Luiz C de Oliveira Silva
713-3126
713-3126
R Plínio de Lima 1 - Centro Médico Sagrada Família
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Nélia Maria Cunha Ruas
713-3329
713-3329
Av Anita Garibaldi 1815 - S/318 Bl B
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Maria de Fátima Fonseca Magalhães
(71) 3241-4419
(71) 3241-4419
R Lima e Silva 320 - Ed.Tabajara S/109110
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Délia Maria Rabelo Santos
(71) 3353-2325
(71) 3353-2325
R Altino Serbeto de Barros 173 - S/1002
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Adolfo Tiago Velloso Ferreira
(71) 3261-1314
(71) 3261-1314
Av Garibaldi ED. ALEXANDER FLEMING S205
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Idalina M. Santana
(71) 2107-1288
(71) 2107-1288
Rua Junqueira Ayres - Shopping Piedade 4º Piso
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Deraldo Rios Pinheiro
(71) 3312-1204
(71) 3312-1204
R Plínio de Lima 1 - Hospital Sagrada Família
Salvador, Bahia
Salvador, Bahia
Clínica de Geriatria
Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
