Clínica de Geriatria Mogi Mirim, São Paulo
Encontre em Mogi Mirim. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Tania Regina de Oliveira
(15) 3272-2862
(15) 3272-2862
Benjamim Constant 556 - Casa
Itapetininga, São Paulo
Itapetininga, São Paulo
Rafael Andrade Moscatiello
(11) 5532-1342
(11) 5532-1342
Av. dos Bandeirantes 3426 - Campo Belo
São Paulo, São Paulo
São Paulo, São Paulo
Eduardo Emilio de Souza Baena
(11) 4427-4242
(11) 4427-4242
Avenida Portugal 53
Santo Andre, São Paulo
Santo Andre, São Paulo
Frederico Grizzi de Campos
(15) 3211-1714
(15) 3211-1714
Av. Antonio Carlos Comitre 525 - Sala 47
Sorocaba, São Paulo
Sorocaba, São Paulo
Fabio Augusto Portes Tmbasci
(19) 3287-5500
(19) 3287-5500
Rua Edilberto Luiz Pereira da Silva 150
Campinas, São Paulo
Campinas, São Paulo
Claudio Pericles
+55 11 26453092
+55 11 26453092
Av. Eng. Luiz Carlos Berrini 1297/ 61
São Paulo, São Paulo
São Paulo, São Paulo
Leonardo Parr S. Fernandes
(142) 105-4560
(142) 105-4560
R. Dr. Próspero Cecílio Coimbra 80 sala 5- 2° andar
Marilia, São Paulo
Marilia, São Paulo
Clínica de Geriatria
Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.
Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.
"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.
"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.
"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.
Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...
