Clínica de Geriatria Planaltina, Goiás

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Cilene Angelica Di Silva Ferro
(62) 3524-8743
Av. Contorno Nº 2151 2151 - Área do Terminal Rodoviário Norte
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Nestor Carvalho Furtado
(62) 3251-9060
Al Rosasdas 1223
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Circoncisto L Ribeiro Junior
Rua (062) 2416938
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Julieta Dias Coelho
(62) 3265-0444
Av 5a Avenida 80 - Cebrom
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Sergio Andrade de Carvalho
(62) 3223-7311
R 9 130 - Priori Diagnosticos
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Jader Leonel de Paula
(62) 3242-0038
Al Cel Joaquim Bastos 20 - Femina Maternidade
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Nelcivone Soares de Melo
(62) 3219-9000
R 5 - 99 Hosp Santa Helena
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Auxiliadora de P. Cysneiro
(62) 3521-9191
R 3 - C 63
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alvaro Vitor Teixeira
(62) 3281-8336
Av 9 - 304 Clin San Vitor
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Clínica de Geriatria

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Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.

Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.

Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.

"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.

"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.

"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.

Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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