Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica de Geriatria Uruguaiana, Rio Grande do Sul

Encontre em Uruguaiana. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Newton Luiz Numa Peixoto Primo
(53) 231-5304
R Zalony 160 - Sl. 606
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
R Av Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marcio Pereira Hetzel
(51) 3214-8000
Av Independencia 330 - Sl. 201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Fonoaudióloga Sintia Schio
(54) 3453-2581
Rua São Paulo 60
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Melissa Marcanzoni Bortolotto
(51) 3486-1291
Papa João Xxiii 28
Gravatai, Rio Grande do Sul
Suzana dos Santos
(51) 3226-5947
Professor Annes Dias 154 - 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
GISLAINE ROCHA DE QUADROS
5.181.712.976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica de Geriatria

Idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, correm risco maior de sofrer do mal de Alzheimer, disseram pesquisadores do Instituto Nacional para os Idosos (NIA), dos Estados Unidos, e da Duke University, no estado da Carolina do Norte.

Quanto mais severo o golpe ou o ferimento na cabeça, maior é o risco de ter a doença, concluíram os especialistas, que nesta semana divulgaram o resultado de sua pesquisa conjunta na revista norte-americana Neurology.

Os pesquisadores disseram não saber o motivo pelo qual, biologicamente, existe uma separação de até 50 anos entre os ferimentos e a doença, mas acrescentaram que seus estudos mostram que o mal de Alzheimer desenvolve-se num processo longo e progressivo.

"Nós descobrimos que ferimentos na cabeça, no início da vida adulta, estão associados a um aumento no risco de ter mal de Alzheimer e demência na terceira idade, e esse risco aumenta com o grau de severidade do ferimento", escreveram os cientistas em seu relatório, publicado na edição desta terça-feira da revista norte-americana Neurology.

"Entender como o ferimento na cabeça e outros fatores de risco começam seu trabalho destrutivo pode levar à descoberta de meios para interromper o processo do mal de Alzheimer em seus estágios iniciais", acrescentou a doutora Brenda Plassman, da Duke University, que participou do estudo.
A pesquisa, no entanto, não mostra que os ferimentos causam diretamente a doença, ressaltou o dr. Richard Havlik, da NIA.

"Apesar de não compreendermos completamente o que acontece, na prática, essa pode ser mais uma razão para usar aquele capacete quando se anda de bicicleta, em vez de mantê-lo no armário", acrescentou.

Havlik, Plassman e seus colegas analisaram informações médicas de homens, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que serviram na Marinha e no Corpo de Fuzileiros Na...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento