Clínica de Hematologia Camaragibe, Pernambuco

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Ana Tereza da Costa Albuquerque
322-1067
R. Estado do Israel 2621
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gorette de Fatima Bezerra de Albuquerque
813-3414
Rua João Cardoso Ayres 888
Recife, Pernambuco
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Renata Duarte Fernandes Vieira
(81) 3321-4000
Rua Paissandu 286
Recife, Pernambuco
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Marilea de Lima Guimaraes
Rua Tabira 229
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Miguel Wanderely Satiro
Rua Francisco Alves 325 - Loja 02
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lourdes Cariri Chalegre de Almeida
3222-5039
Av.Joao de Barros 819 - Boa Vista Recife
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Adriana Gomes Ferreira
342-7688
R. da Hora 170
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Monalisa Espíndola
(81) 3082-9429
Av. João de Barros 50 - Centro Diagnóstico Lucilo Ávila Jr.
Recife, Pernambuco
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Geraldo Dantas Alves
(81) 3421-2326
Rua Francisco Alves 325 - Sala 504
Recife, Pernambuco
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Maria da Conceicao Tavares Pessoa
Av Domingos Ferreira 636 - Sala 611
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Hematologia

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A anemia falciforme é uma doença hereditária crônica, cuja gravidade na evolução clínica pode variar de doente para doente. As infecções e crises de dor levam muitos pacientes a várias internações por ano, enquanto outros nunca foram hospitalizados. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Hemocentro da Unicamp, a presença de um poliformismo no gene da enzima identificada como G-463A MPO, nos glóbulos brancos, pode ser um indicativo de pacientes mais suscetíveis a infecções. A associação de maior freqüência de infecções graves com esta anormalidade na enzima mieloproxidase é uma descrição inédita na literatura, e permitiria um tratamento especial já a partir do diagnóstico, prevenindo contra complicações. Como a maioria de infecções graves ocorre em crianças, o tratamento profilático e a vacinação tornam-se particularmente importantes, sendo feitos em todos os pacientes com a doença. Os dados do estudo permitem identificar o grupo de pacientes que talvez necessite de antibioticoterapia profilática durante toda a vida.

O trabalho no Hemocentro serviu como dissertação de mestrado de Raimundo Nonato Pereira Costa, sob orientação do professor Fernando Ferreira Costa, e acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas européias de Hematologia, a Haematologica - The Hematology Journal. Nicola Conran, Dulcinéia Albuquerque, Paulo Soares e Sara Saad assinam o artigo como co-autores. De acordo com o professor Fernando Costa, que é o atual vice-reitor da Unicamp, a pesquisa envolveu 91 doentes de anemia falciforme, sendo 63 sem infecções e 28 com uma ou mais infecções. "A enzima G-463A MPO estava presente em 60,7% dos pacientes com infecções, contra 31,7% dos pacientes que apresentavam evolução menos grave da doença", afirma.

Segundo Fernando Costa, os glóbulos brancos (neutrófilos) carregam uma enzima chamada mieloperoxidase (MPO), que tem a importante função de eliminar microorganismos invasores. Porém, existe uma variante desta enzima que não funciona com a mesma eficácia, a G-463A MPO. "Ela é encontrada em certa percentagem da população em geral, sem trazer problemas para o indivíduo saudável. Mas, no paciente com anemia falciforme, pode indicar suscetibilidade a infecções. É apenas um primeiro estudo e seu resultado precisa ser demonstrado em outras populações. Se isso acontecer, poderemos identificar, já no diagnóstico da doença, a criança que necessita de tratamento especial - por exemplo, ministrando-lhe antibióticos profilaticamente não só durante a infância, mas pelo resto de sua vida - e como conseqüência diminuir bastante o risco de complicações", observa.

A foice

A anemia falciforme decorre de uma deformação das hemácias (os glóbulos vermelhos), que têm formato bicôncavo - com depressões de ambos os lados que fazem lembrar uma bala do tipo "soft". O tamanho da célula vermelha é de 7 micra (1 micra equivale à milésima parte do milímetro), mas...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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