Clínica de Hematologia Criciúma, Santa Catarina

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Fabio Coelho
(48) 3438-2964
Rua Cel. Pedro Benedet Nº505 sala 703
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jose Caldeira Ferreira Bastos
3222-3032
Rua Pres Coutinho 197
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fabio Figueiredo Ribeiro
322-2800
Rua Prof Herminio Jacques 166
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Jucilio de Albuquerque Fernandes
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Luiz Henrique Silva
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Daniela Longhi de Castro
(47) 3366-0334
Avenida Alvin Bauer 810 - 1° Andar
Balneario Camboriu, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Joao Pericles da Silva Junior
322-2700
Av Rio Branco 404 - 603
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

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Clínica de Hematologia

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A anemia falciforme é uma doença hereditária crônica, cuja gravidade na evolução clínica pode variar de doente para doente. As infecções e crises de dor levam muitos pacientes a várias internações por ano, enquanto outros nunca foram hospitalizados. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Hemocentro da Unicamp, a presença de um poliformismo no gene da enzima identificada como G-463A MPO, nos glóbulos brancos, pode ser um indicativo de pacientes mais suscetíveis a infecções. A associação de maior freqüência de infecções graves com esta anormalidade na enzima mieloproxidase é uma descrição inédita na literatura, e permitiria um tratamento especial já a partir do diagnóstico, prevenindo contra complicações. Como a maioria de infecções graves ocorre em crianças, o tratamento profilático e a vacinação tornam-se particularmente importantes, sendo feitos em todos os pacientes com a doença. Os dados do estudo permitem identificar o grupo de pacientes que talvez necessite de antibioticoterapia profilática durante toda a vida.

O trabalho no Hemocentro serviu como dissertação de mestrado de Raimundo Nonato Pereira Costa, sob orientação do professor Fernando Ferreira Costa, e acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas européias de Hematologia, a Haematologica - The Hematology Journal. Nicola Conran, Dulcinéia Albuquerque, Paulo Soares e Sara Saad assinam o artigo como co-autores. De acordo com o professor Fernando Costa, que é o atual vice-reitor da Unicamp, a pesquisa envolveu 91 doentes de anemia falciforme, sendo 63 sem infecções e 28 com uma ou mais infecções. "A enzima G-463A MPO estava presente em 60,7% dos pacientes com infecções, contra 31,7% dos pacientes que apresentavam evolução menos grave da doença", afirma.

Segundo Fernando Costa, os glóbulos brancos (neutrófilos) carregam uma enzima chamada mieloperoxidase (MPO), que tem a importante função de eliminar microorganismos invasores. Porém, existe uma variante desta enzima que não funciona com a mesma eficácia, a G-463A MPO. "Ela é encontrada em certa percentagem da população em geral, sem trazer problemas para o indivíduo saudável. Mas, no paciente com anemia falciforme, pode indicar suscetibilidade a infecções. É apenas um primeiro estudo e seu resultado precisa ser demonstrado em outras populações. Se isso acontecer, poderemos identificar, já no diagnóstico da doença, a criança que necessita de tratamento especial - por exemplo, ministrando-lhe antibióticos profilaticamente não só durante a infância, mas pelo resto de sua vida - e como conseqüência diminuir bastante o risco de complicações", observa.

A foice

A anemia falciforme decorre de uma deformação das hemácias (os glóbulos vermelhos), que têm formato bicôncavo - com depressões de ambos os lados que fazem lembrar uma bala do tipo "soft". O tamanho da célula vermelha é de 7 micra (1 micra equivale à milésima parte do milímetro), mas...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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