Clínica de Hematologia Juazeiro, Bahia

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Antonio Roberto Silva Dantas
(71) 3243-3516
Av Estados Unidos 528 - S/520
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Andréa Luiza Gondim Ribeiro
(71) 3371-6006
R Gastão Pedreira 2 - Clínica Guri
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Gilson Andrade
(75) 3631-3400
Rua Landulfo Alves S/N S/ 111 - 113 115
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Rogerio Luis P de Paula
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Adolfo Tiago Velloso Ferreira
(71) 3261-1314
Av Garibaldi ED. ALEXANDER FLEMING S205
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Délia Maria Rabelo Santos
(71) 3353-2325
R Altino Serbeto de Barros 173 - S/1002
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Suely Santos Aguiar
(71) 3354-0998
R Altino Serbeto de Barros 173 - S/1302
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Monica Maya Fujimori
(71) 3203-2200
Av Anita Garibaldi 2171
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Ademario Galvao Spinola
(71) 3276-8200
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
João Lúcio Ribeiro Cruz
(75) 3422-2010
Praca Ruy Barbosa 143
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Patologia

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Clínica de Hematologia

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A anemia falciforme é uma doença hereditária crônica, cuja gravidade na evolução clínica pode variar de doente para doente. As infecções e crises de dor levam muitos pacientes a várias internações por ano, enquanto outros nunca foram hospitalizados. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Hemocentro da Unicamp, a presença de um poliformismo no gene da enzima identificada como G-463A MPO, nos glóbulos brancos, pode ser um indicativo de pacientes mais suscetíveis a infecções. A associação de maior freqüência de infecções graves com esta anormalidade na enzima mieloproxidase é uma descrição inédita na literatura, e permitiria um tratamento especial já a partir do diagnóstico, prevenindo contra complicações. Como a maioria de infecções graves ocorre em crianças, o tratamento profilático e a vacinação tornam-se particularmente importantes, sendo feitos em todos os pacientes com a doença. Os dados do estudo permitem identificar o grupo de pacientes que talvez necessite de antibioticoterapia profilática durante toda a vida.

O trabalho no Hemocentro serviu como dissertação de mestrado de Raimundo Nonato Pereira Costa, sob orientação do professor Fernando Ferreira Costa, e acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas européias de Hematologia, a Haematologica - The Hematology Journal. Nicola Conran, Dulcinéia Albuquerque, Paulo Soares e Sara Saad assinam o artigo como co-autores. De acordo com o professor Fernando Costa, que é o atual vice-reitor da Unicamp, a pesquisa envolveu 91 doentes de anemia falciforme, sendo 63 sem infecções e 28 com uma ou mais infecções. "A enzima G-463A MPO estava presente em 60,7% dos pacientes com infecções, contra 31,7% dos pacientes que apresentavam evolução menos grave da doença", afirma.

Segundo Fernando Costa, os glóbulos brancos (neutrófilos) carregam uma enzima chamada mieloperoxidase (MPO), que tem a importante função de eliminar microorganismos invasores. Porém, existe uma variante desta enzima que não funciona com a mesma eficácia, a G-463A MPO. "Ela é encontrada em certa percentagem da população em geral, sem trazer problemas para o indivíduo saudável. Mas, no paciente com anemia falciforme, pode indicar suscetibilidade a infecções. É apenas um primeiro estudo e seu resultado precisa ser demonstrado em outras populações. Se isso acontecer, poderemos identificar, já no diagnóstico da doença, a criança que necessita de tratamento especial - por exemplo, ministrando-lhe antibióticos profilaticamente não só durante a infância, mas pelo resto de sua vida - e como conseqüência diminuir bastante o risco de complicações", observa.

A foice

A anemia falciforme decorre de uma deformação das hemácias (os glóbulos vermelhos), que têm formato bicôncavo - com depressões de ambos os lados que fazem lembrar uma bala do tipo "soft". O tamanho da célula vermelha é de 7 micra (1 micra equivale à milésima parte do milímetro), mas...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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