Clínica de Hematologia Macapá, Amapá

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Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sigma
(96) 3223-4188
av Ernestino Borges, 795
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
L R Fernandes Garcia
(96) 3222-1645
av Ernestino Borges, 172, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
R. S. Amorim - Me
(96) 3217-0333
av Mendonça Júnior, 543, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
José Carlos Esteves Gondim
(96) 3217-2200
Av. Raimundo Alvares da Costa 0000 - Posto da UNIMED
Macapa, Amapá
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
S C da Silva Lab Diagnose
(96) 223-4554
Av Raimundo a da Costa 336
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Instituto de Oncologia e Mastologia S/c Ltda
(96) 3261-1560
tr Joaquim Gouveia, 160, Alvorada
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Corpus Diagnostico Medicos
(96) 3223-1177
av Procópio Rola, 104 Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Sociedade Beneficiente Mae Luzia S/c Ltda
(96) 3224-3293
r Rondon,Gal, 577, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
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Clínica de Hematologia

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A anemia falciforme é uma doença hereditária crônica, cuja gravidade na evolução clínica pode variar de doente para doente. As infecções e crises de dor levam muitos pacientes a várias internações por ano, enquanto outros nunca foram hospitalizados. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Hemocentro da Unicamp, a presença de um poliformismo no gene da enzima identificada como G-463A MPO, nos glóbulos brancos, pode ser um indicativo de pacientes mais suscetíveis a infecções. A associação de maior freqüência de infecções graves com esta anormalidade na enzima mieloproxidase é uma descrição inédita na literatura, e permitiria um tratamento especial já a partir do diagnóstico, prevenindo contra complicações. Como a maioria de infecções graves ocorre em crianças, o tratamento profilático e a vacinação tornam-se particularmente importantes, sendo feitos em todos os pacientes com a doença. Os dados do estudo permitem identificar o grupo de pacientes que talvez necessite de antibioticoterapia profilática durante toda a vida.

O trabalho no Hemocentro serviu como dissertação de mestrado de Raimundo Nonato Pereira Costa, sob orientação do professor Fernando Ferreira Costa, e acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas européias de Hematologia, a Haematologica - The Hematology Journal. Nicola Conran, Dulcinéia Albuquerque, Paulo Soares e Sara Saad assinam o artigo como co-autores. De acordo com o professor Fernando Costa, que é o atual vice-reitor da Unicamp, a pesquisa envolveu 91 doentes de anemia falciforme, sendo 63 sem infecções e 28 com uma ou mais infecções. "A enzima G-463A MPO estava presente em 60,7% dos pacientes com infecções, contra 31,7% dos pacientes que apresentavam evolução menos grave da doença", afirma.

Segundo Fernando Costa, os glóbulos brancos (neutrófilos) carregam uma enzima chamada mieloperoxidase (MPO), que tem a importante função de eliminar microorganismos invasores. Porém, existe uma variante desta enzima que não funciona com a mesma eficácia, a G-463A MPO. "Ela é encontrada em certa percentagem da população em geral, sem trazer problemas para o indivíduo saudável. Mas, no paciente com anemia falciforme, pode indicar suscetibilidade a infecções. É apenas um primeiro estudo e seu resultado precisa ser demonstrado em outras populações. Se isso acontecer, poderemos identificar, já no diagnóstico da doença, a criança que necessita de tratamento especial - por exemplo, ministrando-lhe antibióticos profilaticamente não só durante a infância, mas pelo resto de sua vida - e como conseqüência diminuir bastante o risco de complicações", observa.

A foice

A anemia falciforme decorre de uma deformação das hemácias (os glóbulos vermelhos), que têm formato bicôncavo - com depressões de ambos os lados que fazem lembrar uma bala do tipo "soft". O tamanho da célula vermelha é de 7 micra (1 micra equivale à milésima parte do milímetro), mas...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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