Clínica de Hematologia São Paulo, São Paulo

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Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Mercedes Granja
(11) 3079-3000
Rua Urussui 92 - 125
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Carlos Frederico Vergueiro
(11) 2333-9156
Av Abrahao Gonçalves Braga 412
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Reynaldo Augusto Machado
R Martiniano de Carvalho 883
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Luciana Campos Nascimento
(11) 9114-6454
Rua Dr. Veiga Filho 351 - Cj. 181
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Thomaz Rafael Gollop
(11) 5093-0809
R. Félix de Sousa 321
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Valdemiro de Souza Lima Júnior
(11) 2799-3381
Celso Garcia 2294
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Rita Kaarkoski
36751211
Rua Cardoso de Almeida 1991
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luiz Eduardo Vitagliano
(11) 3505-2012
R. Maestro Cardim 769 - Bloco 2 Audit. Interna
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

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Clínica de Hematologia

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A anemia falciforme é uma doença hereditária crônica, cuja gravidade na evolução clínica pode variar de doente para doente. As infecções e crises de dor levam muitos pacientes a várias internações por ano, enquanto outros nunca foram hospitalizados. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Hemocentro da Unicamp, a presença de um poliformismo no gene da enzima identificada como G-463A MPO, nos glóbulos brancos, pode ser um indicativo de pacientes mais suscetíveis a infecções. A associação de maior freqüência de infecções graves com esta anormalidade na enzima mieloproxidase é uma descrição inédita na literatura, e permitiria um tratamento especial já a partir do diagnóstico, prevenindo contra complicações. Como a maioria de infecções graves ocorre em crianças, o tratamento profilático e a vacinação tornam-se particularmente importantes, sendo feitos em todos os pacientes com a doença. Os dados do estudo permitem identificar o grupo de pacientes que talvez necessite de antibioticoterapia profilática durante toda a vida.

O trabalho no Hemocentro serviu como dissertação de mestrado de Raimundo Nonato Pereira Costa, sob orientação do professor Fernando Ferreira Costa, e acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas européias de Hematologia, a Haematologica - The Hematology Journal. Nicola Conran, Dulcinéia Albuquerque, Paulo Soares e Sara Saad assinam o artigo como co-autores. De acordo com o professor Fernando Costa, que é o atual vice-reitor da Unicamp, a pesquisa envolveu 91 doentes de anemia falciforme, sendo 63 sem infecções e 28 com uma ou mais infecções. "A enzima G-463A MPO estava presente em 60,7% dos pacientes com infecções, contra 31,7% dos pacientes que apresentavam evolução menos grave da doença", afirma.

Segundo Fernando Costa, os glóbulos brancos (neutrófilos) carregam uma enzima chamada mieloperoxidase (MPO), que tem a importante função de eliminar microorganismos invasores. Porém, existe uma variante desta enzima que não funciona com a mesma eficácia, a G-463A MPO. "Ela é encontrada em certa percentagem da população em geral, sem trazer problemas para o indivíduo saudável. Mas, no paciente com anemia falciforme, pode indicar suscetibilidade a infecções. É apenas um primeiro estudo e seu resultado precisa ser demonstrado em outras populações. Se isso acontecer, poderemos identificar, já no diagnóstico da doença, a criança que necessita de tratamento especial - por exemplo, ministrando-lhe antibióticos profilaticamente não só durante a infância, mas pelo resto de sua vida - e como conseqüência diminuir bastante o risco de complicações", observa.

A foice

A anemia falciforme decorre de uma deformação das hemácias (os glóbulos vermelhos), que têm formato bicôncavo - com depressões de ambos os lados que fazem lembrar uma bala do tipo "soft". O tamanho da célula vermelha é de 7 micra (1 micra equivale à milésima parte do milímetro), mas...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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