Clínica de Imunologia Aracaju, Sergipe

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Celi Marques Santos
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Edla do Amaral Costa Cruz
(79) 3216-1408
Rua Frei Paulo 331 - Cl.Santa Helena
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Jose Machado
(79) 3214-0680
Rua Monsenhor Silveira 342
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Augusto Soares Barreto Filho
(79) 3213-7555
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sala 202
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Analises Laboratorio Clinico Ltda
(79) 3241-4097
Rua Bahia 1134
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Gilcelio Gonçalves de Almeida
(79) 3214-2626
Av Goncalo Prado Rolembergº 211 - Sala 905
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Leila Nacer de Oliveira
(79) 3211-2165
R Silveiramonsenhor 412
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Cynthia Figueiredo Leite
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Almiro Alves de Oliva Sobrinho
(79) 3214-0819
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Menilson Menezes
(79) 3216-1480
Rua Frei Paulo 331
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Imunologia

Fornecido por: 

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP utilizam um novo modelo animal para testar a vacina contra febre reumática em desenvolvimento no Laboratório. O modelo usa uma proteína recombinante que induz lesões cardíacas em ratos semelhantes às provocadas pela doença nos seres humanos.

"O homem é o único reservatório natural da bactéria Streptococcus pyogenes, causadora da febre reumática, por isso é difícil reproduzir características da doença em animais", explica a pesquisadora Luiza Guilherme Guglielmi, coordenadora do estudo. "Existem cerca de 250 variedades (cepas) da bactéria, e o modelo animal foi feito com material genético da cepa M1, a mais freqüente em todo o mundo."

A partir da variedade M1, os pesquisadores criaram uma proteína recombinante que, injetada em ratos, induz a uma resposta auto-imune. "Em 50% dos animais testados, a resposta à proteína pelas células imunológicas levou a lesões cardíacas", relata a pesquisadora do InCor. "Este número já é útil para os testes com a vacina." O modelo animal é descrito na tese de doutorado de Flávio Ferraz de Paes e Alcântara, defendida na FM.

Vacina

As pesquisas para a obtenção da vacina contra febre reumática acontecem há 18 anos e já geraram duas patentes. "Na superfície do estreptococo há uma proteína, denominada proteína M com 400 a 500 resíduos de aminoácidos, dividida nas porções C-terminal e N-terminal, sendo que esta última diferencia as variedades da bactéria", explica Guilherme. "Na porção N-terminal foram encontradas regiões que desencadeiam lesões cardíacas em seres humanos."

A partir de um segmento de resíduos de aminoácidos repetitivos e semelhantes com caráter protetor identificado na porção C-terminal, foi produzido o peptídeo PepVacTB, considerado ideal para produzir a vacina. Durante os últimos dois anos, o PepVacTB foi testado em camundongos C57BL-6 e BALB-c, isogênicos (geneticamente idênticos) e Swiss (com material genético diferenciado), além de camundongos transgênicos possuidores dos genes HLA humanos.

"Os primeiros resultados mostram que o agente vacinal conseguiu 50% de proteção para os camundongos C57BL-6 e 80% no Swiss", relata a pesquisadora. "Testes com linhagens de linfócitos T cultivadas a partir de células cardíacas de pacientes operados apontam que a vacina não tem potencial para induzir doenças."

Os testes da vacina em animais prosseguirão por mais um ano. "Se os resultados forem positivos, os primeiros ensaios clínicos em seres humanos acontecerão a partir de 2008", calcula Guilherme. Numa primeira etapa, que deve levar um ano, serão testados a imunogenicidade e a segurança da vacina. "Os ensaios seguintes durarão de cinco a seis anos, pois exigem um número maior de indivíduos."

De acordo com a pesquisadora, além de prevenir a infecção, a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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