Clínica de Imunologia Igarassu, Pernambuco

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Cerpe Inst. Endocrinologia Medicina Nuclear Recife
Gov Carlos de Lima Cavalcante 2249
Olinda, Pernambuco
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Miguel Wanderely Satiro
Rua Francisco Alves 325 - Loja 02
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lourdes Cariri Chalegre de Almeida
3222-5039
Av.Joao de Barros 819 - Boa Vista Recife
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Luisiana Lins Lamour
(81) 3442-4599
R Rua Jaco Velosino 101
Recife, Pernambuco
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Adamastor do Amaral Lemos Filho
3231-7199
R. Alvares de Azevedo 126
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Adriana Gomes Ferreira
342-7688
R. da Hora 170
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Geraldo Dantas Alves
(81) 3421-2326
Rua Francisco Alves 325 - Sala 504
Recife, Pernambuco
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Maria Taciana Antunes Correia Guedes
(81) 3221-4646
Rua Capitao Jose Luz 137 - Sala 206
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria da Conceicao Tavares Pessoa
Av Domingos Ferreira 636 - Sala 611
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marilea de Lima Guimaraes
Rua Tabira 229
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

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Clínica de Imunologia

Fornecido por: 

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP utilizam um novo modelo animal para testar a vacina contra febre reumática em desenvolvimento no Laboratório. O modelo usa uma proteína recombinante que induz lesões cardíacas em ratos semelhantes às provocadas pela doença nos seres humanos.

"O homem é o único reservatório natural da bactéria Streptococcus pyogenes, causadora da febre reumática, por isso é difícil reproduzir características da doença em animais", explica a pesquisadora Luiza Guilherme Guglielmi, coordenadora do estudo. "Existem cerca de 250 variedades (cepas) da bactéria, e o modelo animal foi feito com material genético da cepa M1, a mais freqüente em todo o mundo."

A partir da variedade M1, os pesquisadores criaram uma proteína recombinante que, injetada em ratos, induz a uma resposta auto-imune. "Em 50% dos animais testados, a resposta à proteína pelas células imunológicas levou a lesões cardíacas", relata a pesquisadora do InCor. "Este número já é útil para os testes com a vacina." O modelo animal é descrito na tese de doutorado de Flávio Ferraz de Paes e Alcântara, defendida na FM.

Vacina

As pesquisas para a obtenção da vacina contra febre reumática acontecem há 18 anos e já geraram duas patentes. "Na superfície do estreptococo há uma proteína, denominada proteína M com 400 a 500 resíduos de aminoácidos, dividida nas porções C-terminal e N-terminal, sendo que esta última diferencia as variedades da bactéria", explica Guilherme. "Na porção N-terminal foram encontradas regiões que desencadeiam lesões cardíacas em seres humanos."

A partir de um segmento de resíduos de aminoácidos repetitivos e semelhantes com caráter protetor identificado na porção C-terminal, foi produzido o peptídeo PepVacTB, considerado ideal para produzir a vacina. Durante os últimos dois anos, o PepVacTB foi testado em camundongos C57BL-6 e BALB-c, isogênicos (geneticamente idênticos) e Swiss (com material genético diferenciado), além de camundongos transgênicos possuidores dos genes HLA humanos.

"Os primeiros resultados mostram que o agente vacinal conseguiu 50% de proteção para os camundongos C57BL-6 e 80% no Swiss", relata a pesquisadora. "Testes com linhagens de linfócitos T cultivadas a partir de células cardíacas de pacientes operados apontam que a vacina não tem potencial para induzir doenças."

Os testes da vacina em animais prosseguirão por mais um ano. "Se os resultados forem positivos, os primeiros ensaios clínicos em seres humanos acontecerão a partir de 2008", calcula Guilherme. Numa primeira etapa, que deve levar um ano, serão testados a imunogenicidade e a segurança da vacina. "Os ensaios seguintes durarão de cinco a seis anos, pois exigem um número maior de indivíduos."

De acordo com a pesquisadora, além de prevenir a infecção, a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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