Clínica de Imunologia Luziânia, Goiás

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Riolab Laboratório
Rua Afonso Ferreira 48
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Tiago Finotti
(62) 3223-1991
Rua 18 Q 31 36 - Lt 14
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Siderley de Souza Carneiro
(62) 3237-1700
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marco Aurelio Borges Barbosa
(62) 3311-9900
Av. Visconde de Taunay 134
Anapolis, Goiás
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Alina Erkai Torres Pimenta
(62) 3259-1004
R C 0264 - Qd 616 Lt 02
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Wagna Cristini Rocha
(62) 3281-5413
R 48 - 634 Clin Med Carilli
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fernanda Carneiro Beraldo
623-2816
Al Coronel Joaquim de Bastosº 248
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Claudiane Martins de Oliveira
(62) 3213-1616
R 9 - a 447 Lapaci
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Flavia de Castro Santana
(62) 3236-9300
Rua T-58 Esquina com T-38 315 - Sala 110
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Imunologia

Fornecido por: 

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP utilizam um novo modelo animal para testar a vacina contra febre reumática em desenvolvimento no Laboratório. O modelo usa uma proteína recombinante que induz lesões cardíacas em ratos semelhantes às provocadas pela doença nos seres humanos.

"O homem é o único reservatório natural da bactéria Streptococcus pyogenes, causadora da febre reumática, por isso é difícil reproduzir características da doença em animais", explica a pesquisadora Luiza Guilherme Guglielmi, coordenadora do estudo. "Existem cerca de 250 variedades (cepas) da bactéria, e o modelo animal foi feito com material genético da cepa M1, a mais freqüente em todo o mundo."

A partir da variedade M1, os pesquisadores criaram uma proteína recombinante que, injetada em ratos, induz a uma resposta auto-imune. "Em 50% dos animais testados, a resposta à proteína pelas células imunológicas levou a lesões cardíacas", relata a pesquisadora do InCor. "Este número já é útil para os testes com a vacina." O modelo animal é descrito na tese de doutorado de Flávio Ferraz de Paes e Alcântara, defendida na FM.

Vacina

As pesquisas para a obtenção da vacina contra febre reumática acontecem há 18 anos e já geraram duas patentes. "Na superfície do estreptococo há uma proteína, denominada proteína M com 400 a 500 resíduos de aminoácidos, dividida nas porções C-terminal e N-terminal, sendo que esta última diferencia as variedades da bactéria", explica Guilherme. "Na porção N-terminal foram encontradas regiões que desencadeiam lesões cardíacas em seres humanos."

A partir de um segmento de resíduos de aminoácidos repetitivos e semelhantes com caráter protetor identificado na porção C-terminal, foi produzido o peptídeo PepVacTB, considerado ideal para produzir a vacina. Durante os últimos dois anos, o PepVacTB foi testado em camundongos C57BL-6 e BALB-c, isogênicos (geneticamente idênticos) e Swiss (com material genético diferenciado), além de camundongos transgênicos possuidores dos genes HLA humanos.

"Os primeiros resultados mostram que o agente vacinal conseguiu 50% de proteção para os camundongos C57BL-6 e 80% no Swiss", relata a pesquisadora. "Testes com linhagens de linfócitos T cultivadas a partir de células cardíacas de pacientes operados apontam que a vacina não tem potencial para induzir doenças."

Os testes da vacina em animais prosseguirão por mais um ano. "Se os resultados forem positivos, os primeiros ensaios clínicos em seres humanos acontecerão a partir de 2008", calcula Guilherme. Numa primeira etapa, que deve levar um ano, serão testados a imunogenicidade e a segurança da vacina. "Os ensaios seguintes durarão de cinco a seis anos, pois exigem um número maior de indivíduos."

De acordo com a pesquisadora, além de prevenir a infecção, a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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