Clínica de Imunologia Mossoró, Rio Grande do Norte

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Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rui Alberto de Faria
(84) 3220-6317
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Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Wilna Krepke Leiros Dias
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Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fernando Gabriel Fernandes de Negreiros Me
Avenida Rodrigues Alves 791
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Santos G Silva
Rua Potengi 467
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Reginaldo Jose da Silva
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Katia Maria da Silva Mulatinho
(84) 3222-0187
Rua Mossoró 613
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Lucia Amorim M.de Souza
(84) 3231-9106
Av. Romualdo Galvao 1703
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Maria das Gracas Moraes de Araujo Souza
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Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Nutrologia

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Maria Ione Ferreira Costa
(84) 3234-4706
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Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Genética Médica

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Clínica de Imunologia

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Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP utilizam um novo modelo animal para testar a vacina contra febre reumática em desenvolvimento no Laboratório. O modelo usa uma proteína recombinante que induz lesões cardíacas em ratos semelhantes às provocadas pela doença nos seres humanos.

"O homem é o único reservatório natural da bactéria Streptococcus pyogenes, causadora da febre reumática, por isso é difícil reproduzir características da doença em animais", explica a pesquisadora Luiza Guilherme Guglielmi, coordenadora do estudo. "Existem cerca de 250 variedades (cepas) da bactéria, e o modelo animal foi feito com material genético da cepa M1, a mais freqüente em todo o mundo."

A partir da variedade M1, os pesquisadores criaram uma proteína recombinante que, injetada em ratos, induz a uma resposta auto-imune. "Em 50% dos animais testados, a resposta à proteína pelas células imunológicas levou a lesões cardíacas", relata a pesquisadora do InCor. "Este número já é útil para os testes com a vacina." O modelo animal é descrito na tese de doutorado de Flávio Ferraz de Paes e Alcântara, defendida na FM.

Vacina

As pesquisas para a obtenção da vacina contra febre reumática acontecem há 18 anos e já geraram duas patentes. "Na superfície do estreptococo há uma proteína, denominada proteína M com 400 a 500 resíduos de aminoácidos, dividida nas porções C-terminal e N-terminal, sendo que esta última diferencia as variedades da bactéria", explica Guilherme. "Na porção N-terminal foram encontradas regiões que desencadeiam lesões cardíacas em seres humanos."

A partir de um segmento de resíduos de aminoácidos repetitivos e semelhantes com caráter protetor identificado na porção C-terminal, foi produzido o peptídeo PepVacTB, considerado ideal para produzir a vacina. Durante os últimos dois anos, o PepVacTB foi testado em camundongos C57BL-6 e BALB-c, isogênicos (geneticamente idênticos) e Swiss (com material genético diferenciado), além de camundongos transgênicos possuidores dos genes HLA humanos.

"Os primeiros resultados mostram que o agente vacinal conseguiu 50% de proteção para os camundongos C57BL-6 e 80% no Swiss", relata a pesquisadora. "Testes com linhagens de linfócitos T cultivadas a partir de células cardíacas de pacientes operados apontam que a vacina não tem potencial para induzir doenças."

Os testes da vacina em animais prosseguirão por mais um ano. "Se os resultados forem positivos, os primeiros ensaios clínicos em seres humanos acontecerão a partir de 2008", calcula Guilherme. Numa primeira etapa, que deve levar um ano, serão testados a imunogenicidade e a segurança da vacina. "Os ensaios seguintes durarão de cinco a seis anos, pois exigem um número maior de indivíduos."

De acordo com a pesquisadora, além de prevenir a infecção, a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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