Clínica de Infectologia Balneário Camboriú, Santa Catarina

Encontre clínicas de infectologia em Balneário Camboriú. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Daniela Longhi de Castro
(47) 3366-0334
Avenida Alvin Bauer 810 - 1° Andar
Balneario Camboriu, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Gil Vicente Machado de Faria
3222-8410
Av Osmar Cunha 183 - 906
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Moacir de Freitas Toledo
(47) 3026-2139
Rua Rodeio 53 - Referênica: Vindo Pela Rua Iririú - Direção Centro Entre na
Joinville, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Omar Cesar Ferreira de Castro
Av. Pref. Osmar Cunha 183 - Centro
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Ivana Maria Porto Ribeiro
3222-3867
Rua Dom Jaime Camara 66 - 403
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Luiz Henrique Silva
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Karine Becker Gerent
(47) 3321-4000
Rua Itajai 545
Blumenau, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Infectologia

Fornecido por: 

Uma dissertação produzida no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) estabeleceu um método inédito no Brasil, capaz de identificar mais rapidamente grupos de subtipos da bactéria Listeria monocytogenes. O microrganismo é causador de uma infecção conhecida como listeriose, transmitida principalmente por meio da ingestão de alimentos contaminados e perigosa sobretudo para recém-nascidos, mulheres grávidas, idosos e indivíduos com baixa imunidade.

“Até aqui, as análises convencionalmente utilizadas levam até 15 dias para detectar a L. monocytogenes. Essa nova metodologia o pode fazer em apenas quatro dias”, explica a nutricionista Rafaela Moledo, completando que “essa velocidade é crucial no diagnóstico e tratamento de pacientes com suspeitas de infecção por essa bactéria”. Rafaela é a autora da referida dissertação, intitulada Utilização da técnica Multiplex-PCR na diferenciação dos principais grupos de sorovares de Listeria monocytogenes isolados de queijo minas frescal.

A ideia para o trabalho de Rafaela foi inspirada em um artigo publicado por cientistas do Instituto Pasteur da França. Nele, os pesquisadores desenvolveram o chamado método “multiplex” para a técnica conhecida como PCR (sigla em inglês para Reação em Cadeia da Polimerase). Esta permite a identificação de um microrganismo por meio de um segmento de seu DNA. A inovação dos pesquisadores do Pasteur consiste em possibilitar a descrição não de apenas um, mas de múltiplos segmentos de vários genes contidos em uma amostra para análise (daí o nome “multiplex”). O fato representa não só um claro incremento na velocidade do uso da PCR, mas também maior precisão nas análises, pois, ao compararem os múltiplos resultados uns com os outros, os cientistas são capazes de definir com mais certeza os grupos de subtipos das bactérias contidas nas amostras.

Com essa literatura em mãos, Rafaela e seu orientador resolveram desenvolver e aplicar o método no Brasil. Para tanto, eles escolheram uma bactéria – a L. monocytogenes – e um alimento – o queijo minas frescal – como amostra para ser analisada pela Multiplex-PCR. “A escolha do queijo minas justifica-se por ser um alimento que não é cozido antes do consumo, o que favorece a transmissão do patógeno em questão”, justifica Victor Marin, biólogo e orientador de Rafaela.

Apesar da escolha do queijo minas frescal, Mar...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net