Clínica de Infectologia Boa Vista, Roraima

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DR Francisco Ferreira de Farias Jr
(95) 224-1433
r Barreto Leite, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais PM
(95) 623-2364
av Capitão ENE Garcez, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais 6 Bec
(95) 623-8996
av Cap e Arcez SN
Boa Vista, Roraima
 
Fernando José Martins Ferreira
(95) 224-1433
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Centro Psicoterapico Lotti Iris
(95) 224-0104
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Paulo Emilio Mello Oliveira
(95) 224-3271
av Getulio Vargas, 923, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
DR Aurino José da Silva
(95) 224-4748
av Bejamin Constant, 636, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Rocha DR
(95) 624-1129
av Ville Roy, 122, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Iate Clube Boa Vista
(95) 623-4309
r Deuzita Mutran Paracat, 100
Boa Vista, Roraima
 
Dra Zara Fátima Botelho de Oliveira
(95) 224-7999
r Araújo Fl, 659, Centro
Boa Vista, Roraima
 

Clínica de Infectologia

Fornecido por: 

Uma dissertação produzida no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) estabeleceu um método inédito no Brasil, capaz de identificar mais rapidamente grupos de subtipos da bactéria Listeria monocytogenes. O microrganismo é causador de uma infecção conhecida como listeriose, transmitida principalmente por meio da ingestão de alimentos contaminados e perigosa sobretudo para recém-nascidos, mulheres grávidas, idosos e indivíduos com baixa imunidade.

“Até aqui, as análises convencionalmente utilizadas levam até 15 dias para detectar a L. monocytogenes. Essa nova metodologia o pode fazer em apenas quatro dias”, explica a nutricionista Rafaela Moledo, completando que “essa velocidade é crucial no diagnóstico e tratamento de pacientes com suspeitas de infecção por essa bactéria”. Rafaela é a autora da referida dissertação, intitulada Utilização da técnica Multiplex-PCR na diferenciação dos principais grupos de sorovares de Listeria monocytogenes isolados de queijo minas frescal.

A ideia para o trabalho de Rafaela foi inspirada em um artigo publicado por cientistas do Instituto Pasteur da França. Nele, os pesquisadores desenvolveram o chamado método “multiplex” para a técnica conhecida como PCR (sigla em inglês para Reação em Cadeia da Polimerase). Esta permite a identificação de um microrganismo por meio de um segmento de seu DNA. A inovação dos pesquisadores do Pasteur consiste em possibilitar a descrição não de apenas um, mas de múltiplos segmentos de vários genes contidos em uma amostra para análise (daí o nome “multiplex”). O fato representa não só um claro incremento na velocidade do uso da PCR, mas também maior precisão nas análises, pois, ao compararem os múltiplos resultados uns com os outros, os cientistas são capazes de definir com mais certeza os grupos de subtipos das bactérias contidas nas amostras.

Com essa literatura em mãos, Rafaela e seu orientador resolveram desenvolver e aplicar o método no Brasil. Para tanto, eles escolheram uma bactéria – a L. monocytogenes – e um alimento – o queijo minas frescal – como amostra para ser analisada pela Multiplex-PCR. “A escolha do queijo minas justifica-se por ser um alimento que não é cozido antes do consumo, o que favorece a transmissão do patógeno em questão”, justifica Victor Marin, biólogo e orientador de Rafaela.

Apesar da escolha do queijo minas frescal, Mar...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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