Clínica de Laserterapia Ribeirão Pires, São Paulo

Encontre clínica de laserterapia em Ribeirão Pires. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Matheus Stucchi Salles
(16) 342-1693
R Fagundes Varela 314 - Vila Seixas
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Nilson Hermida Maestre
(16) 3632-5633
R. João Penteado 376
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Raphael Capelli Guerra
(11) 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Toebaldo Carvalho
(11) 4221-1791
Rua Nilo Peçanha 46
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Romulo Augusto Moreira Lima
(98) 3232-6504
Rua 1282 - Casa
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sydney Ferreira de Moraes Rego Cia SC
(16) 3610-3040
Rua Americo Brasiliense 284 - 3 Andar
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Joao Miguel Amorim Junior
(18) 3722-4960
R Mato Grosso 1100
Andradina, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Alberto Soares da Costa
(11) 4229-6557
Rua Conceição 769
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Angelica T. S. Ramos
(98) 231-2924
Rua Sao Pantaleao 169
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lycurgo Tostes de Andrade
(43) 3323-9784
Duque de Caxias 1980 - 204
Londrina, Paraná
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
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Clínica de Laserterapia

Fornecido por: 

Laserterapia melhora aparência da cicatriz cirúrgica.

A laserterapia poderá ser aplicada com sucesso na melhora do aspecto das cicatrizes resultantes de incisões cirúrgicas. A técnica é normalmente utilizada em fisioterapia para combater a dor em casos de artrose, bursite e tendinite. “O laser de baixa intensidade quando aplicado em grandes cicatrizes torna-as mais finas e com aspecto estético funcional melhor”, conta o fisioterapeuta Rodrigo Leal de Paiva Carvalho.

Em seu estudo de mestrado realizado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o pesquisador testou a técnica em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal. Sob a orientação da professora Raquel Aparecida Casarotto, do curso de Fisioterapia, Carvalho teve como principal objetivo em seu estudo investigar a eficácia do laser infravermelho GaAlAs 830nm no processo de cicatrização de incisão pós-cirúrgica de hérnia inguinal.

Participaram do estudo 28 pacientes, divididos em dois grupos: o experimental, que recebeu o tratamento com laser; e o controle, que não se submeteu à terapia. O laser foi aplicado no primeiro grupo após 24 horas da cirurgia, num total de 4 aplicações, em dias alternados. Após seis meses, os grupos foram reavaliados por meio da escala de cicatriz de Vancouver (escala padrão internacional), escala visual analógica e espessura da cicatriz. Em todos os parâmetros analisados, a diferença na qualidade das cicatrizes foi surpreendente, em favor dos pacientes submetidos à laserterapia. O grupo experimental, que recebeu o tratamento com laser, apresentou melhora significativa na aparência e na qualidade da cicatriz seis meses após a incisão, em comparação ao grupo controle.

Diferença visível

“Acreditamos que esses resultados positivos podem ser explicados pelas propriedades do laser, como a influência da mobilidade e proliferação de fibroplastos, atuando na aceleração, na síntese e na manutenção da morfologia do colágeno, angiogênese e no aumento do número de células endoteliais”, avalia Carvalho.

Já o cirurgião geral Paulo Sérgio Alcântara, do Hospital Universitário (HU) da USP, que acompanhou o estudo ao lado do cirurgião plástico Fábio Kamamoto, ressalta que ficou comprovado cientificamente que o laser de baixa intensidade diminui a espessura e a profundidade da cicatriz. “Após seis meses do início do tratamento, era visível a diferença na qualidade das cicatrizes entre os dois grupos. Tanto que interrompemos o estudo, pois chegamos ao objetivo da pesquisa”.

De acordo com o fisioterapeuta e ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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