Clínica de Neuropediatria Volta Redonda, Rio de Janeiro

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Patrícia Ferreira Dalboni
(24) 3348-8888
Rua Quarenta 20 (sala 508)
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Francisco Eduardo Sampaio Fagundes
(21) 2286-4242
Rua General Polidoro 192
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Melissa Mazzoni Vieira
(21) 2401-9418
Rua Francisco Real 752
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Frederico Azevedo
(21) 2545-9005
Siqueira Campos 93 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Eduardo de Mendonca e Silva
2254-5194
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Osteodens Investigacao Doencas Osseas
Avenida Ataulfo de Paiva 355 - Sala 202
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
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Clínica de Neuropediatria

Fornecido por: 

Estudo desenvolvido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) detectou comprometimento na aprendizagem de crianças acometidas por acidente vascular cerebral (AVC). Em avaliação realizada pela pedagoga Sonia das Dores Rodrigues com 35 crianças atendidas no Laboratório de Pesquisa em Doença Cerebrovascular da Infância e Adolescência do Hospital das Clínicas, constatou-se prejuízo neste grupo de crianças em todas as provas e testes utilizados. Seis destas crianças, inclusive, apresentaram grave comprometimento intelectual e não responderam a nenhum tipo de teste cognitivo.

Até o final da década passada a idéia passada pela literatura era que o AVC na faixa etária pediátrica teria bom prognóstico. Estudos mais recentes, no entanto, vêm demonstrando que a evolução cognitiva da criança pode ser afetada pelo insulto cerebrovascular. Analisando-se os resultados do grupo, verificamos que, independentemente do tipo de AVC, houve prejuízo do desenvolvimento cognitivo, da memória de curto prazo e das habilidades básicas de escrita, leitura e aritmética”, explica Sônia.

A tese de doutorado, defendida na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e orientada pela professora Sylvia Maria Ciasca, aponta para a importância do rápido encaminhamento dessas crianças para avaliação e reabilitação cognitiva. A defasagem no processo de aprendizagem, segundo Sonia, não é contemplada na avaliação geral do paciente pediátrico que teve AVC. Em geral, apenas a recuperação motora e a linguagem são privilegiadas, possivelmente porque os sinais são mais evidentes.

O estudo, neste sentido, procura chamar a atenção para o aspecto preventivo, já que muitas vezes a defasagem na aprendizagem só será identificada quando a criança iniciar o processo de alfabetização. “Quanto mais precoce for o diagnóstico da defasagem cognitiva e da intervenção psicopedagógica, mais chances a criança terá de eliminar, ou ao menos minimizar, os efeitos decorrentes da dificuldade no processo de aprendizagem”, esclarece a pedagoga.

O AVC na infância é tido como doença rara, se comparada à incidência nos adultos. A taxa é de aproximadamente 1,29 a 3 casos por 100 mil crianças por ano, enquanto entre adultos é de 3 a cada 10 mil habitantes/ano. A pesquisa desenvolvida por Sonia Rodrigues só foi possível graças ao trabalho desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em AVC na Infância e Adolescência, coordenado pela prof...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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