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Clínica de Neuropsicologia Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul

Encontre clínica de neuropsicologia em Bento Gonçalves. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Cleusa Maria Cabral Ceolim
(51) 3485-5097
estr Cocao 370, Centro
Viamão, Rio Grande do Sul
IPSI-Instituto de Psicologia
(51) 3581-4055
r Teixeira Freitas, 12, Rio Branco
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
psicologa erica baron
54 91390908
rua hercules gallo 515 sala 403 centro ed. murialdo cep 95020330caxias do
caxias do sul, Rio Grande do Sul
Francisco, Elizabeth A M
(53) 3225-3355
r Gonçalves Chaves, 962 s 702, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Clínica de Psicologia Nilda Roggia
(55) 3222-9099
av Pres Vargas, 1449, Centro
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Ana Maria Furst de Souza
(51) 3331-1121
r Botafogo, 735, Menino Deus
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
erica baron
54 91390908
rua hercules gallo 515 sala403 ed murialdo centro
caxias do sul, Rio Grande do Sul
Psicólogo Jonas F. Machado - psicologia e espiritualidade
(51) 9685-3611
Rua 28 de setembro, 36 sala 610
Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul
Centro de Atendimento Psicológico Dività
(55) 3214-1583
r Acampamento, 239 21
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Clarice Dutra Psicologia
(55) 3222-8586
r Alberto Pasqualini, 25 s 306, Patronato
Santa Maria, Rio Grande do Sul
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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