Clínica de Neuropsicologia Cabo Frio, Rio de Janeiro

Encontre clínica de neuropsicologia em Cabo Frio. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Psimetran
(24) 2237-3837
r Mal Deodoro, 79 Sl 309, Centro
Petrópolis, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Dorinha Gabai Azevedo Souza
(21) 2710-4121
r Gavião Peixoto, 182, An 4 Sl 415, Icaraí
Niterói, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Consultório Dra Mara Lúcia de Lacerda Bueno
(24) 3348-5067
r Lúcio Bittencourt, 109 sl 413, Vila Santa Cecília
Volta Redonda, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Estela M. Almeida
(21) 3989-4083
r Porciúncula,Dr, 285, Sl 104, Venda da Cruz
São Gonçalo, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Psicopedagogia Clínica
(21) 3637-1299
Rua João Feliciano da Costa 120 Centro
Itaboraí, Rio de Janeiro
 
Psicólogo Bruno Fernandes Barcellos
(21) 9322-5829
Rua Coronel Moreira Cesar, 229. Sala 1018. Icaraí.
Niterói, Rio de Janeiro
 
Rosana Maria Soares dos Santos Marcelino
(22) 9878-9345
Rua Tenente Coronel Cardoso 71 PQ Califórnia
Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro
 
CRER
(21) 2627-5052
al Boaventura,S, 61, Fonseca
Niterói, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Abapsi Psiquiatria e Psicologia Integradas
(21) 2537-1071
r Sorocaba, 464, An 2 Sl 208, Botafogo
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Márcia Cristina Moccellin Alvarez
(21) 2673-1421
r Cde Porto Alegre, 119 s 805, Centro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Neuropsicologia

Fornecido por: 

Como o cérebro de pessoas com diferentes formações processam atividades semelhantes? Responder essa questão foi o objetivo do estudo realizado pela neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, diretora-executiva da Rede Sarah de hospitais, em Brasília, cujos resultados foram apresentados durante  
o 24º Congresso Internacional de Neuropsicologia, realizado no Hospital Sarah Kubitschek.

Apesar de cada indivíduo processar de maneira particular tarefas similares, explica Lúcia, de um modo geral as áreas do cérebro ativadas são as mesmas. Por isso, um dos primeiros procedimentos quando o paciente sofre uma lesão cerebral é fazer uma ressonância magnética. Isso permite ao médico, além de verificar as regiões atingidas, identificar as possíveis funções prejudicadas.

Com sua experiência no tratamento de pessoas lesionadas, Lúcia percebeu que alguns pacientes com áreas atingidas semelhantes apresentavam diferentes dificuldades motoras. Analisando detalhadamente a ficha de cada um deles, ela verificou que pessoas com formação educacional semelhante tendiam a ter as mesmas funções prejudicadas. Partindo dessa constatação, a médica decidiu desenvolver sua pesquisa.

Lúcia selecionou 49 indivíduos adultos sadios: 19 analfabetos puros e trinta pessoas com nível universitário. Pela ressonância magnética funcional, ela analisou como o cérebro de cada um deles respondia às mesmas tarefas. Com esse equipamento, se consegue ver que áreas do cérebro são irrigadas pelo sangue quando do raciocínio.

Em ambos os grupos foi revelada função bilateral no cérebro, mas nos não alfabetizados, além dos lobos frontal e temporal, também foi ativado o lobo occipital, relacionado à visão, mostrando que estes necessitam visualizar o problema para poder resolvê-los. "Isso não quer dizer que o alfabetizado pensa melhor que o analfabeto, apenas demonstra que existem caminhos diferentes para se resolver o mesmo problema", salienta a pesquisadora

Para os alfabetizados algumas das questões colocadas - dez pessoas num fusca é muito? Ou 200 pessoas no estádio do Maracanã é pouco? - sequer mostraram atividade cerebral. Já os analfabetos para processarem os mesmos problemas precisavam imaginar um fusca, ou o Maracanã, e ir contando pessoas para concluir se era pouco ou muito. "Um deles me contou que foi colocando toda a família dentro do carro até concluir que era muita gente", ilustrou a médica.

Com os resultados desse estudo, Lúcia acredita ser possível otimizar a recuperação de lesionados já que o tratamento poderá ser diferenciado, de acordo com a forma que ele utiliza seu cérebro. "Antes de iniciar o tratamento, o paciente deve passar por uma ressonância funcional para verificar de que forma ele desenvolve suas tarefas", explicou.

A influência cultural e educacional sobre a forma de processamento cerebral também foi defendida por outros pesquisadores no Congresso de Neur...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net