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Clínica de Neuropsicologia Colatina, Espírito Santo

Encontre clínica de neuropsicologia em Colatina. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Detrânsito Clínica de Exames Médicos e Psicológicos
(27) 3389-7621
r José Ribeiro, 15, Sta Mônica
Vila Velha, Espírito Santo
Ana Maria Tinoco Bosi Psicologa CRP 13250
(27) 3299-5389
r Cel Sodré, 585 Sl 6, Centro
Vila Velha, Espírito Santo
Charlene Zanoni e Cibelle Cazelli Psicólogas
(27) 3339-0184
r Carolina Leal, 289 sl 108, Jaburuna
Vila Velha, Espírito Santo
Ana Maria Monteiro Borlot
(27) 3229-2030
r Henrique Moscoso, 1019 s 506, Centro
Vila Velha, Espírito Santo
CAPSI-Clínica de Atendimento Psicológico Ltda
(27) 3340-6223
av Jerônimo Monteiro, 242, Jaburuna
Vila Velha, Espírito Santo
Centro de avaliação Médica e Psicológica
(27) 3386-3047
av Expedito Garcia 55 s 122, Cpo Grande
Cariacica, Espírito Santo
Consultório de Psicologia
2732297075
Rua Henrique Moscoso,1019,sl 610,Centro.
Vila Velha, Espírito Santo
Cecamp-Centro Capixaba de Medicina e Psicologia
(27) 3325-8243
av Mal Mascarenhas Moraes, 2542, Bento Ferreira
Vitória, Espírito Santo
Antônio de Pádua Valladares Gaudio
(27) 3229-9703
av Champagnat, 689 s 606, Centro
Vila Velha, Espírito Santo
Crescent-centro de Estudos e Terapia de Familia S/s Ltda
(27) 3327-4304
av Rosendo Serapião de Souza Filho, 691, Sl 17, República
Vitória, Espírito Santo
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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