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Clínica de Neuropsicologia Guaíba, Rio Grande do Sul

Encontre clínica de neuropsicologia em Guaíba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Juraci Terezinha de Figueiredo
(51) 3472-2946
r Araújo Lima, 88 Cj 1006, Centro
Canoas, BR.RS
Clínica Tempo
(51) 3466-5807
r 7 Povos, 200 s 802 an 8, Marechal Rondon
Canoas, Rio Grande do Sul
Clínica Psiquê
(51) 3476-6502
r 15 Janeiro, 164 Cj 306, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Débora Elias Bruno
(51) 3472-9710
r Gonçalves Dias, 67 s 606, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Crescer Centro de Desenvolvimento Humano Ltda
(51) 3476-4319
r Gonçalves Dias, 66 sl 702, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Denise Quintão
(51) 3472-7022
r Muck, 344 cj 604, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Andressa Grando Hoewell - Psicóloga
(51) 8433-0599
r Fioravante Milanez, 58 S 404, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Cleide B Martins Psicóloga
(51) 3428-3456
r Tiradentes, 381 sl 209 an 2, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Andréia Deize da Silva Testa-Consultório de Piscologia
(51) 3465-8510
r Muck, 298 sl 806 an 8, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Marize Ribeiro Pisoni
(51) 3485-1050
r Voluntários da Pátria 283, Tarumã
Viamão, Rio Grande do Sul
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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