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Clínica de Neuropsicologia Hortolândia, São Paulo

Encontre clínica de neuropsicologia em Hortolândia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Clínica de Psicologia Tresoldi
(19) 3232-9921
r Álvares Machado, 351, Centro
Campinas, São Paulo
Almira Coelho da Silva
(19) 3242-2469
r Alberto Jackson Byington, 306, Jd Chapadão
Campinas, São Paulo
Ana Corina Castilho de Almeida
(12) 3941-2957
av João,S, 1100, Jd Esplanada
São José dos Campos, São Paulo
Clínica Mente e Corpo
(11) 4066-1016
av Encarnação 374, Piraporinha
Diadema, São Paulo
Fernanda Croaro Fernandes
11 9430-1415
avenida doutor cavalcanti 916
jundiaí, São Paulo
Clínica Pediátrica e Psicológica S/C Ltda
(19) 3241-4522
r Adolfo Lutz, 20, Vl Andrade Neves
Campinas, São Paulo
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL
13-88190486 e 0484
Guarujá
Guarujá, São Paulo
Núcleo Psicologia
11 32977100
Rua Manuel de Paiva, 218 - Vila Mariana
São Paulo, São Paulo
Clínica de Psicologia Psicopedagogia Giannini & Gatto
(16) 3011-1311
r Florêncio de Abreu, 1709, Sl 2, Centro
Ribeirão Preto, São Paulo
Marcia Frati
(15) 21045701
A v. Dr. Afonso Vergueiro,2264 sl.03
Sorocaba, São Paulo
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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