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Clínica de Neuropsicologia Itaguaí, Rio de Janeiro

Encontre clínica de neuropsicologia em Itaguaí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ana Helena Rissin
(21) 2239-2622
r Frederico Eyer, 179, Gávea
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Clínica de Família
(21) 2511-3613
av Ataulfo de Paiva, 1079, Sj 312, Leblon
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rosa de Jesus Gomes Gonçalves Camargo
(21) 2610-3550
r Tavares Macedo,Dr, 95, Sl 412, Icaraí
Niterói, Rio de Janeiro
Humberto Siqueira
(22) 2733-0086
r Cons Otaviano, 84 an 3 sl 301
Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro
Centro de Psicologia Aplicada
(21)2693-1101
Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1864, Centro
Nilópolis, Rio de Janeiro
André da Costa Lanna
(21) 2236-5166
av Copacabana,N S, 540, An 6 Sl 608, Leme
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Suzana Gonçalves de Abreu Domingues
(21) 2695-8759
r Quintino Bocaiúva, 25, An 6 Sl 606, Centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Maria Angelica do Nascimento Rocha
(21) 2701-8215
r Olinto Guedes, 143, Coelho
São Gonçalo, Rio de Janeiro
Gabriela Henrique
(21) 2711-4930
r Tavares Macedo,Dr, 95, Sl 1207, Icaraí
Niterói, Rio de Janeiro
Ediclea Mascarenhas Fernandes
(21) 2671-1464
r Mariano Sendra dos Santos, 44, Sl 208, Jd 25 de Agosto
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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