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Clínica de Neuropsicologia Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

Encontre clínica de neuropsicologia em Nova Iguaçu. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Escritório de Psicologia
(21) 2667-0251
av Gov Amaral Peixoto, 271 s 706, Centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Belfortran Clinica de Transito de Belford Roxo Ltda
(21) 2663-6425
av Benjamin Pinto Dias, 1372, Ap 303, Belford Roxo
Belford Roxo, Rio de Janeiro
Vera Lúcia Ponciano da Silva
(21) 2672-2145
r Gal Câmara, 18 sl 207, Jd 25 Agosto
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Ana Regina Leonardo Gadelha
(21) 3371-2916
av Brás de Pina, 2784, An 2 Sl 201, Vista Alegre
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernandes, Ruth C O S
(24) 3343-4138
r 40, 20 sl 615, Vila Santa Cecília
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Josenita de Souza Aguiar
(21) 2667-0251
av Amaral Peixoto,Gov, 271, An 7 Sl 706, Centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Climeptran
(21) 2663-6620
av Benjamin Pinto Dias, 1372, Ap 301, Belford Roxo
Belford Roxo, Rio de Janeiro
CENTRONATI
21-21373040
Rua Visconde de Pirajá, 111 sala 211 - Ipanema
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Marly Bento Ferreira e Silva
(21) 2673-1967
pça Roberto Silveira, 15 s Sl04, Centro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Márcia Pitanga
(21) 2606-4643
r Gervasio Neri, 94, Brasilandia
São Gonçalo, Rio de Janeiro
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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