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Clínica de Neuropsicologia Santana do Livramento, Rio Grande do Sul

Encontre clínica de neuropsicologia em Santana do Livramento. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Anamaria Weissheimer
(51) 3595-1519
r Joaquim Nabuco, 1044 s 806, Centro
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
Betina Ebert Cerato Morgana Mengue Saft
(51) 3556-0606
av Pedro Adams Filho, 4790 sl 204, Industrial
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
Clínica Psicológica In Vita
(54) 3202-1258
r Dal Canalle, 2186 s 5001 an 1, Exposição
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Bonamigo, Glademir R
(54) 3223-0591
r Bento Gonçalves, 2437 s 501, Centro
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Consultório de Nutrição e Psicologia
(51) 3593-2525
r Dr Maurício Cardoso, 833 s 301, Hamburgo Velho
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
Clínica Psicológica Cláudia Hansen
(51) 3593-5665
r Saldanha Marinho, 350, Rio Branco
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
Consultório de Psicologia
51-98777670
Av. Presidente Vargas, 2806 Sala: 203 Centro Esteio RS
Esteio, Rio Grande do Sul
Consultório de Psicologia
(518) 477-8635
Av Liberdade, 1957, sala 9 (C)
Viamão, Rio Grande do Sul
Centro de Atendimento Psicológico Dività
(55) 3214-1583
r Acampamento, 239 21
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Clínica de Psicoterapia
(53) 3227-7787
r Br Santa Tecla, 519, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
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Clínica de Neuropsicologia

Até pouco tempo atrás, pacientes com algum tipo de lesão cerebral estavam destinados a ficar na cama. Achava-se que pelo fato de os neurônios estarem lesados as seqüelas seriam irreversíveis. Felizmente esse conceito vem mudando. 

E isso está acontecendo porque o cérebro também passou a receber atenção psicológica, muito em função do desenvolvimento de uma nova área da ciência batizada de neuropsicologia.

Um dos objetivos da especialidade é ajudar o doente a criar alternativas para driblar as limitações impostas pelas seqüelas. "Se a pessoa perdeu a memória, a orientamos a usar uma agenda para anotar os acontecimentos", exemplifica a neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, do Hospital Rede Sarah, em Brasília.

Dessa maneira, torna-se possível para o doente levar uma vida normal e, melhor ainda, com qualidade. Pela importância que vem adquirindo no tratamento dos doentes, essa abordagem foi o tema central da 1ª Conferência Internacional sobre Lesão Cerebral, realizada na semana passada no hospital brasiliense.
Cientistas se reuniram para discutir as melhores maneiras de estimular rapidamente e com eficácia a reabilitação, principalmente a de vítimas de acidente vascular cerebral (avc), conhecido como derrame, traumatismo craniano e paralisia cerebral.

As seqüelas vão aparecer de acordo com a área afetada e incluem conseqüências difíceis como perda da coordenação motora, da fala e da capacidade de leitura, entre outras.

Um dos estudos apresentados mostrou como é importante a participação da família no processo de recuperação psicológica dessas vítimas. Nos últimos seis anos, o pesquisador Gerárd Deloche, da Universidade de Reims Champagne Ardene, na França, vem analisando o comportamento dos pacientes depois do trauma. "Aqueles que têm uma relação afetiva boa com os parentes conseguem superar mais facilmente as doenças e ter uma qualidade de vida melhor", conta Deloche. Outro trabalho que salienta como a família tem papel fundamental na reabilitação foi realizado pela neuropsicóloga Lúcia. Ela comparou o desenvolvimento motor e a inteligência de dois grupos, cada um composto por 90 crianças com lesões no cérebro. O primeiro recebeu fisioterapia dos médicos e o outro foi tratado pela família, obviamente orientada pelos profissionais para aplicar os exercícios nos filhos. "Quem fez o tratamento com os pais melhorou em média 50% a mais a coo...

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