Clínica de Neuropsicologia Teresina, Piauí

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Clínica Perpétuo Socorro
(86) 3222-1542
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Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
CIDH - Centro Integrado de Desenvolvimento Humano
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Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clínica Francisca
(86) 3221-1043
r Coelho Resende Norte, 891, Centro
Teresina, Piauí

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Clínica de Psicologia Remédios Lages
(86) 3232-2459
r Visc de Parnaíba, 1220, Ininga
Teresina, Piauí

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CLIPSI-Clínica de Psicologia
(86) 3223-0929
r S Pedro, 1977 Sl 103, Centro
Teresina, Piauí

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Clínica de Medicina e Psicologia do Tráfego
(86) 3233-4444
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Teresina, Piauí

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Clínica Diálogo
(86) 3222-0977
r Félix Pacheco, 2008 sl 208, Centro
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Centro Crer Ser
(86) 3234-1186
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Teresina, Piauí

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Centro de Desenvolvimento Psicológico Ltda
(86) 3233-7233
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Teresina, Piauí

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Clínica Psicocentro
(86) 3233-9553
av Homero Castelo Branco, 1418, Joquei Clube
Teresina, Piauí

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Clínica de Neuropsicologia

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Como o cérebro de pessoas com diferentes formações processam atividades semelhantes? Responder essa questão foi o objetivo do estudo realizado pela neuropsicóloga Lúcia Willadino Braga, diretora-executiva da Rede Sarah de hospitais, em Brasília, cujos resultados foram apresentados durante  
o 24º Congresso Internacional de Neuropsicologia, realizado no Hospital Sarah Kubitschek.

Apesar de cada indivíduo processar de maneira particular tarefas similares, explica Lúcia, de um modo geral as áreas do cérebro ativadas são as mesmas. Por isso, um dos primeiros procedimentos quando o paciente sofre uma lesão cerebral é fazer uma ressonância magnética. Isso permite ao médico, além de verificar as regiões atingidas, identificar as possíveis funções prejudicadas.

Com sua experiência no tratamento de pessoas lesionadas, Lúcia percebeu que alguns pacientes com áreas atingidas semelhantes apresentavam diferentes dificuldades motoras. Analisando detalhadamente a ficha de cada um deles, ela verificou que pessoas com formação educacional semelhante tendiam a ter as mesmas funções prejudicadas. Partindo dessa constatação, a médica decidiu desenvolver sua pesquisa.

Lúcia selecionou 49 indivíduos adultos sadios: 19 analfabetos puros e trinta pessoas com nível universitário. Pela ressonância magnética funcional, ela analisou como o cérebro de cada um deles respondia às mesmas tarefas. Com esse equipamento, se consegue ver que áreas do cérebro são irrigadas pelo sangue quando do raciocínio.

Em ambos os grupos foi revelada função bilateral no cérebro, mas nos não alfabetizados, além dos lobos frontal e temporal, também foi ativado o lobo occipital, relacionado à visão, mostrando que estes necessitam visualizar o problema para poder resolvê-los. "Isso não quer dizer que o alfabetizado pensa melhor que o analfabeto, apenas demonstra que existem caminhos diferentes para se resolver o mesmo problema", salienta a pesquisadora

Para os alfabetizados algumas das questões colocadas - dez pessoas num fusca é muito? Ou 200 pessoas no estádio do Maracanã é pouco? - sequer mostraram atividade cerebral. Já os analfabetos para processarem os mesmos problemas precisavam imaginar um fusca, ou o Maracanã, e ir contando pessoas para concluir se era pouco ou muito. "Um deles me contou que foi colocando toda a família dentro do carro até concluir que era muita gente", ilustrou a médica.

Com os resultados desse estudo, Lúcia acredita ser possível otimizar a recuperação de lesionados já que o tratamento poderá ser diferenciado, de acordo com a forma que ele utiliza seu cérebro. "Antes de iniciar o tratamento, o paciente deve passar por uma ressonância funcional para verificar de que forma ele desenvolve suas tarefas", explicou.

A influência cultural e educacional sobre a forma de processamento cerebral também foi defendida por outros pesquisadores no Congresso de Neur...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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