Clínica de Obesidade Infantil Nossa Senhora do Socorro, Sergipe

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Clínica de Obesidade Infantil

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Os bebês que ganham peso muito rapidamente, durante seus primeiros quatro meses de vida, são mais propensos à obesidade em fases posteriores, de acordo com um estudo realizado no Hospital Pediátrico de Filadélfia, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores analisaram dados de 19.397 crianças para corroborar a idéia de que a obesidade é hereditária. Mas também sugeriram que os esforços de prevenção, incluindo a amamentação, podem ajudar a contrabalançar a herança genética, de acordo com o médico Nicolas Stettler, que está publicando os resultados do estudo na edição de fevereiro da revista Pediatrics.

Embora o novo estudo apresente dados limitados sobre amamentação, pesquisas anteriores já haviam sugerido que essa prática ajuda a evitar a obesidade.

Stettler disse que os resultados de sua pesquisa confirmam as recomendações da American Academy of Pediatrics para que os bebês sejam alimentados apenas com leite materno durante seus primeiros seis meses de vida.

O especialista ressaltou que os bebês não deveriam ser submetidos a dietas.

Os bebês incluídos na pesquisa nasceram entre 1959 e 1965, quando alimentos sólidos eram freqüentemente dados a bebês bem mais cedo do que hoje em dia. É incerto que seus resultados se apliquem na atualidade.

Os recém-nascidos estudados ganharam entre dois e cinco quilos nos primeiros quatro meses. A média normal é de cerca de três quilos.

Os bebês tiveram um risco 30 por cento maior de ficarem acima do peso aos 7 anos para cada meio quilo ganho durante seus primeiros quatro meses de vida, segundo Stettler.

Aos 7 anos, cerca de mil crianças, ou cinco por cento dos pesquisados, estavam acima do peso. Dados mais recentes sugerem que em torno de 18 por cento das crianças norte-americanas, com idades entre 4 e 12 anos, têm problemas de obesidade.

Stettler disse que sua equipe estuda, agora, se os participantes da pesquisa tornaram-se adultos ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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