Clínica de Oftalmologista Angra dos Reis, Rio de Janeiro

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Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Edson Bento Nascimento da Silva
(21) 2423-6079
Av. Nelson Cardoso 1149 - Sala 1519
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Cristiane Xavier
(021) 3553-6440
Av. das Américas 3200 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Clara Rey
(21) 9239-8112
Am. Tamandaré 33 - 503
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Miriam Botelho de Mattos
226-5164
R. do Catete 311 - 302
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Gloria Regina Dacheux Mazzaroppi
255-6863
R. Alm. Tamandare 66 - 624
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Clínica de Oftalmologista

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Trabalho inédito realizado com pacientes idosos atendidos no ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp procurou determinar as causas de baixa visão na população acima de 60 anos e medir o grau de satisfação do serviço médico oferecido. Outro ponto importante analisado pela pesquisa conduzida pela professora Keila Miriam Monteiro de Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi avaliar se houve melhora da qualidade de vida desses idosos após a prescrição de auxílios ópticos e da reabilitação visual. O levantamento fundamentou a pesquisa de livre-docência de Keila.

De acordo com dados levantados no estudo, as principais causas de baixa visão em idosos são a degeneração da mácula, ou ponto central da visão, e a toxoplasmose, ainda comum em muitas regiões do Brasil. A catarata, o glaucoma, a retinopatia de prematuridade, o diabetes e algumas doenças neurológicas também estão relacionadas à baixa visão, porém com menor índice de incidência, pois são muitas vezes tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Os tipos mais comuns de degenerações maculares relacionadas à idade são a seca e a úmida. A seca é caracterizada pela perda lenta e progressiva da visão com o aparecimento de escotomas, que são áreas em que a pessoa não enxerga bem, no centro da visão. A úmida é caracterizada por hemorragia nos vasos sanguíneos do olho e deformidade da imagem.

"Nós consideramos baixa visão o estágio final do paciente, pois ele já tratou, já operou, já usa colírio, já fez todos os tratamentos possíveis e a visão não chega ao normal", comentou a pesquisadora.

O paciente idoso com baixa visão é aquele para quem os óculos convencionais ou as lentes de contato não corrigem totalmente a visão, necessitando de auxílios ópticos para ampliar e aproximar os objetos do seu campo de visão, como lupas, telescópios e óculos com graus especiais. Em muitos casos, o idoso também precisa de reabilitação para conseguir enxergar melhor.

Uma das queixas relatadas pelos idosos com baixa visão era a dificuldade de ler. A pesquisa constatou que a leitura era uma atividade importante para a independência do paciente. Ler uma bula de remédio, um rótulo ou o preço de um produto era muito importante para eles. No caso das mulheres, poder costurar, fazer tricô ou bordar eram atividades consideradas essenciais na rotina do dia-a-dia. A pesquisa descobriu um dado importante: muitos dos pacientes entrevistados não sabiam ler. E os que liam, o faziam pouco. "Minha pergunta era: quanto a prescrição de auxílios ópticos estaria trazendo de benefício a esses idosos e o que mais precisaríamos oferecer para que isso tivesse um efeito real nas suas vidas diárias? Nesse sentido, utilizei um questionário de qualidade de vida relacionado à baixa visão", explicou Keila.

Para poder obter as respostas a essas dúvidas, Keila selecionou 80 idosos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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