Clínica de Oftalmologista Araxá, Minas Gerais

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Melhoramentos Dom Bosco S.A.
(34) 662-1600
Praca Cel. Adolfo 68
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fabiano Argeu de Morais
323-2154
Av Barao do Rio Branco 2406 - 109
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Roger Sousa Nilo de Almeida Araujo
(35) 3629-8000
Prça Dr Carlos Victor 01
Itajuba, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Carlos Moreira Silva
(34) 3823-3700
Rua Tiradentes 260
Patos de Minas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jose Euclides Franco Ribeiro
3224-8503
R Aquiles Lobo 129
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rosangela de Fatima Soares
(37) 3222-0660
Av Antonio o. de Morais 545 - 1001
Divinopolis, Minas Gerais
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Francisco Ricardo Gomes Bueno
329-2664
R Timbiras 3156 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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Moises Salgado Pedrosa
324-1685
R Padre Rolim 515 - 6 And Sl 604 608
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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Denise Delon dos Santos
(32) 3216-3028
Av Rio Branco 2288 - 703
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Clínica de Oftalmologista

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Trabalho inédito realizado com pacientes idosos atendidos no ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp procurou determinar as causas de baixa visão na população acima de 60 anos e medir o grau de satisfação do serviço médico oferecido. Outro ponto importante analisado pela pesquisa conduzida pela professora Keila Miriam Monteiro de Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi avaliar se houve melhora da qualidade de vida desses idosos após a prescrição de auxílios ópticos e da reabilitação visual. O levantamento fundamentou a pesquisa de livre-docência de Keila.

De acordo com dados levantados no estudo, as principais causas de baixa visão em idosos são a degeneração da mácula, ou ponto central da visão, e a toxoplasmose, ainda comum em muitas regiões do Brasil. A catarata, o glaucoma, a retinopatia de prematuridade, o diabetes e algumas doenças neurológicas também estão relacionadas à baixa visão, porém com menor índice de incidência, pois são muitas vezes tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Os tipos mais comuns de degenerações maculares relacionadas à idade são a seca e a úmida. A seca é caracterizada pela perda lenta e progressiva da visão com o aparecimento de escotomas, que são áreas em que a pessoa não enxerga bem, no centro da visão. A úmida é caracterizada por hemorragia nos vasos sanguíneos do olho e deformidade da imagem.

"Nós consideramos baixa visão o estágio final do paciente, pois ele já tratou, já operou, já usa colírio, já fez todos os tratamentos possíveis e a visão não chega ao normal", comentou a pesquisadora.

O paciente idoso com baixa visão é aquele para quem os óculos convencionais ou as lentes de contato não corrigem totalmente a visão, necessitando de auxílios ópticos para ampliar e aproximar os objetos do seu campo de visão, como lupas, telescópios e óculos com graus especiais. Em muitos casos, o idoso também precisa de reabilitação para conseguir enxergar melhor.

Uma das queixas relatadas pelos idosos com baixa visão era a dificuldade de ler. A pesquisa constatou que a leitura era uma atividade importante para a independência do paciente. Ler uma bula de remédio, um rótulo ou o preço de um produto era muito importante para eles. No caso das mulheres, poder costurar, fazer tricô ou bordar eram atividades consideradas essenciais na rotina do dia-a-dia. A pesquisa descobriu um dado importante: muitos dos pacientes entrevistados não sabiam ler. E os que liam, o faziam pouco. "Minha pergunta era: quanto a prescrição de auxílios ópticos estaria trazendo de benefício a esses idosos e o que mais precisaríamos oferecer para que isso tivesse um efeito real nas suas vidas diárias? Nesse sentido, utilizei um questionário de qualidade de vida relacionado à baixa visão", explicou Keila.

Para poder obter as respostas a essas dúvidas, Keila selecionou 80 idosos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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