Clínica de Oftalmologista Mogi das Cruzes, São Paulo

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Lycurgo Tostes de Andrade
(43) 3323-9784
Duque de Caxias 1980 - 204
Londrina, Paraná
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Norberto Pompermayer
(14) 3269-7900
Edy Euripedes Coneglian 38
Lençóis Paulista, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Egberto Gustavo do Carmo
(19) 3524-4993
Rua 4 152 - Entre Avs 25 e 27
Rio Claro, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Josiene Germano
(16) 3931-2084
Rua Eliseu Guilherme 1025
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Rosa Maria Ragneri Domingues
Rua Doutor Querubino Soeiro 276
Leme, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sodre Sodre
(14) 3522-2633
Rua Pedro de Toledo 613
Lins, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Orlando Fermozelli Rodrigues Junior
(11) 3231-2802
Rua da Penha 1123
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Raphael Capelli Guerra
(11) 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Gilberto Rodrigues dos Santos Filhos
Rua Tres 187
Rio Claro, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Evaldo Jose Bizachi Rodrigues
(19) 3234-9409
Rua Barata Ribeiro 280
Campinas, São Paulo
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
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Clínica de Oftalmologista

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Trabalho inédito realizado com pacientes idosos atendidos no ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp procurou determinar as causas de baixa visão na população acima de 60 anos e medir o grau de satisfação do serviço médico oferecido. Outro ponto importante analisado pela pesquisa conduzida pela professora Keila Miriam Monteiro de Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi avaliar se houve melhora da qualidade de vida desses idosos após a prescrição de auxílios ópticos e da reabilitação visual. O levantamento fundamentou a pesquisa de livre-docência de Keila.

De acordo com dados levantados no estudo, as principais causas de baixa visão em idosos são a degeneração da mácula, ou ponto central da visão, e a toxoplasmose, ainda comum em muitas regiões do Brasil. A catarata, o glaucoma, a retinopatia de prematuridade, o diabetes e algumas doenças neurológicas também estão relacionadas à baixa visão, porém com menor índice de incidência, pois são muitas vezes tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Os tipos mais comuns de degenerações maculares relacionadas à idade são a seca e a úmida. A seca é caracterizada pela perda lenta e progressiva da visão com o aparecimento de escotomas, que são áreas em que a pessoa não enxerga bem, no centro da visão. A úmida é caracterizada por hemorragia nos vasos sanguíneos do olho e deformidade da imagem.

"Nós consideramos baixa visão o estágio final do paciente, pois ele já tratou, já operou, já usa colírio, já fez todos os tratamentos possíveis e a visão não chega ao normal", comentou a pesquisadora.

O paciente idoso com baixa visão é aquele para quem os óculos convencionais ou as lentes de contato não corrigem totalmente a visão, necessitando de auxílios ópticos para ampliar e aproximar os objetos do seu campo de visão, como lupas, telescópios e óculos com graus especiais. Em muitos casos, o idoso também precisa de reabilitação para conseguir enxergar melhor.

Uma das queixas relatadas pelos idosos com baixa visão era a dificuldade de ler. A pesquisa constatou que a leitura era uma atividade importante para a independência do paciente. Ler uma bula de remédio, um rótulo ou o preço de um produto era muito importante para eles. No caso das mulheres, poder costurar, fazer tricô ou bordar eram atividades consideradas essenciais na rotina do dia-a-dia. A pesquisa descobriu um dado importante: muitos dos pacientes entrevistados não sabiam ler. E os que liam, o faziam pouco. "Minha pergunta era: quanto a prescrição de auxílios ópticos estaria trazendo de benefício a esses idosos e o que mais precisaríamos oferecer para que isso tivesse um efeito real nas suas vidas diárias? Nesse sentido, utilizei um questionário de qualidade de vida relacionado à baixa visão", explicou Keila.

Para poder obter as respostas a essas dúvidas, Keila selecionou 80 idosos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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